{"id":15759,"date":"2024-09-12T12:15:46","date_gmt":"2024-09-12T15:15:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/?p=15759"},"modified":"2024-09-12T12:42:28","modified_gmt":"2024-09-12T15:42:28","slug":"festival-de-tiradentes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/?p=15759","title":{"rendered":"FESTIVAL DE TIRADENTES"},"content":{"rendered":"<div class=\"bt_bb_wrapper\"><p>&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"font-style: inherit; font-weight: 400;\" data-thread-perm-id=\"thread-f:1809987762045979580\" data-legacy-thread-id=\"191e5e47a48e0bbc\">13\u00ba Festival Artes Vertentes anuncia programa\u00e7\u00e3o &#8211; 19 a 29\/09<\/h2>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<td rowspan=\"2\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><img src=\"http:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ACASA-TIRADENTES-1280x853.jpg\" \/><\/p>\n<p>A 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes \u2013 Festival Internacional de Artes de Tiradentes,\u00a0reconhecido como um dos mais\u00a0importantes festivais de artes integradas do\u00a0pa\u00eds, ser\u00e1 realizada entre os dias 19 e 29 de setembro na cidade hist\u00f3rica. A programa\u00e7\u00e3o re\u00fane concertos, exposi\u00e7\u00f5es, espet\u00e1culos de artes c\u00eanicas, exibi\u00e7\u00f5es, bate-papos, resid\u00eancias art\u00edsticas, oficinas, al\u00e9m de uma s\u00e9rie de atividades voltadas para a promo\u00e7\u00e3o das artes e do conhecimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O tema escolhido para nortear a programa\u00e7\u00e3o desta edi\u00e7\u00e3o ser\u00e1\u00a0<strong>Alteridade<\/strong>. A proposta \u00e9 oferecer uma programa\u00e7\u00e3o que seja capaz de promover reflex\u00f5es acerca da import\u00e2ncia de se respeitar as individualidades e a constru\u00e7\u00e3o coletiva na busca pela compreens\u00e3o das diferen\u00e7as. \u201cEstamos convictos de que reconhecer a exist\u00eancia de pessoas e culturas singulares e subjetivas, que pensam, agem e entendem o mundo de suas pr\u00f3prias maneiras \u00e9 um primeiro passo importante para a forma\u00e7\u00e3o de uma sociedade justa, equilibrada, democr\u00e1tica e tolerante. Estamos empenhados em realizar esta reflex\u00e3o de forma plural e diversificada\u201d, destaca Luiz Gustavo Carvalho, curador e diretor art\u00edstico do Festival Artes Vertentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de\u00a0<em>literatura<\/em>, entre as participa\u00e7\u00f5es confirmadas desta edi\u00e7\u00e3o, est\u00e3o: o l\u00edder ind\u00edgena, ambientalista, fil\u00f3sofo, poeta e escritor\u00a0<strong>Ailton Krenak<\/strong>. Tamb\u00e9m est\u00e3o confirmadas as participa\u00e7\u00f5es dos escritores e pensadores: \u00a0<strong>Sidarta Ribeiro\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Prisca Agustoni\u00a0<\/strong>(Su\u00ed\u00e7a),\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>\u00a0(Palestina),\u00a0<strong>Marina Skalova\u00a0<\/strong>(Fran\u00e7a),\u00a0<strong>Joaquim Arena\u00a0<\/strong>(Cabo Verde),\u00a0<strong>Egana Djabbarova\u00a0<\/strong>(R\u00fassia),\u00a0<strong>Tal Nitz\u00e1n<\/strong>\u00a0(Israel),\u00a0<strong>V\u00f3 Geralda\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Li\u00e7a Pataxoop\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Ricardo Domeneck<\/strong>\u00a0(Brasil), entre outras refer\u00eancias na \u00e1rea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na \u00e1rea\u00a0<em>musical<\/em>, entre os destaques nacionais desta edi\u00e7\u00e3o est\u00e3o:\u00a0<strong>C\u00e1tia de Fran\u00e7a<\/strong>,\u00a0<strong>Met\u00e1 Met\u00e1\u00a0<\/strong>(<strong>Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong>,\u00a0<strong>Kiko Dinucci<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Thiago Fran\u00e7a<\/strong>),\u00a0<strong>Cristian Budu<\/strong>,\u00a0<strong>Hercules Gomes<\/strong>,\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>, e<strong>\u00a0Manuela Freua<\/strong>. Entre os destaques internacionais, o violoncelista\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9\u00a0<\/strong>(Fran\u00e7a), que vem pela primeira vez ao Brasil, clarinetista<strong>\u00a0Thorsten Johanns\u00a0<\/strong>(Alemanha), a violinista\u00a0<strong>Sofia Leandro\u00a0<\/strong>(Portugal), o pianista\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki\u00a0<\/strong>(Jap\u00e3o), que tamb\u00e9m participa pela primeira vez, o pianista\u00a0<strong>Jacob Katsnelson\u00a0<\/strong>(R\u00fassia), o violinista\u00a0<strong>Ara Harutyunyan\u00a0<\/strong>(Arm\u00eania),<strong>\u00a0<\/strong>a violinista<strong>\u00a0D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(Bielor\u00fassia), e\u00a0o fagotista\u00a0<strong>Adolfo Caberizo\u00a0<\/strong>(Espanha).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No campo das\u00a0<em>artes visuais<\/em>, o festival contar\u00e1 com apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos assinados por nomes como\u00a0<strong>Leonilson<\/strong>\u00a0(Brasil),\u00a0<strong>Alcino Fernandes\u00a0<\/strong>(Brasil), que ser\u00e1 o artista residente,\u00a0<strong>Alejandro Cartagena<\/strong>\u00a0(M\u00e9xico),\u00a0<strong>Eder Santos\u00a0<\/strong>(Brasil)<em>), entre outros.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o ainda conta com\u00a0<em>artes c\u00eanicas<\/em>, incluindo a apresenta\u00e7\u00e3o dos espet\u00e1culos\u00a0<strong><em>Corpo, Preto, Surdo: N\u00f3s Estamos<\/em><\/strong><em>\u00a0<strong>Aqui<\/strong><\/em>, vencedor\u00a0do Festival Cenas Curtas 2023 e\u00a0<strong><em>O Estrangeiro reloaded<\/em><\/strong>, protagonizado por Guilherme Leme, com dire\u00e7\u00e3o da Vera Holtz, al\u00e9m do premiado \u201c<strong>Tebas Land<\/strong>\u201d. Com dramaturgia do uruguaio Sergio Blanco, e dire\u00e7\u00e3o de Victor Garcia Peralta, a pe\u00e7a \u00e9 uma autofic\u00e7\u00e3o que acompanha os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a hist\u00f3ria do crime. A montagem \u00e9 vencedora de diversos pr\u00eamios como Shell de Melhor Ator (Otto Jr.), Botequim Cultural de Melhor ator: (Robson Torinni), Melhor diretor: (Victor Garcia Peralta), Melhor espet\u00e1culo, o Pr\u00eamio Cenym\u00a0de melhor montagem brasileira,\u00a0al\u00e9m de receber diversas outras indica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os destaques da programa\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>cinema\u00a0<\/em>ser\u00e3o os filmes de\u00a0<strong>Michel Khleifi\u00a0<\/strong>(Palestina),\u00a0<strong>Hanna Polak\u00a0<\/strong>(Pol\u00f4nia),\u00a0<strong>Maria Saakyan\u00a0<\/strong>(Arm\u00eania),\u00a0<strong>Djibril Diop Mamb\u00e9ty\u00a0<\/strong>(Senegal),\u00a0<strong>Forough Farrokhzad\u00a0<\/strong>(Ir\u00e3),\u00a0<strong>Lionel Rogosin\u00a0<\/strong>(Estados Unidos),\u00a0<strong>Avi\u00a0Mograbi<\/strong>\u00a0(Israel), entre outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Programa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O primeiro dia do 13\u00ba Festival Artes Vertentes<strong>, 19 de setembro,\u00a0<\/strong>contar\u00e1 com uma ampla programa\u00e7\u00e3o, incluindo a abertura de quatro exposi\u00e7\u00f5es, \u00e0s 17h, em diferentes espa\u00e7os da cidade hist\u00f3rica. O\u00a0<strong>Centro Cultural Yves Alves<\/strong>\u00a0receber\u00e1 duas dessas exposi\u00e7\u00f5es: \u201c<strong>Leonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Alcino Fernandes: Voc\u00ea disse que sabia amar<\/strong>\u201d.\u00a0Com curadoria de Ricardo Resende e Luiz Gustavo Carvalho,\u00a0\u201cLeonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor\u201d\u00a0re\u00fane desenhos, pintura, objetos e instala\u00e7\u00f5es do artista. Durante a sua trajet\u00f3ria, Leonilson explorou temas distintos, com os \u00faltimos dez anos de produ\u00e7\u00e3o marcados por uma obra com forte cunho autobiogr\u00e1fico. Em suas obras, o artista percorre o limiar entre o dito e o silenciado, dialogando seu fazer art\u00edstico com suas viv\u00eancias enquanto soropositivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 \u201cAlcino Fernandes: Voc\u00ea disse que sabia amar\u201d\u00a0\u00e9 fruto do desejo do Festival Artes Vertentes de ressaltar tamb\u00e9m o impacto de Leonilson no universo criativo de diferentes artistas contempor\u00e2neos, propondo um di\u00e1logo entre a obra de um dos maiores nomes da arte brasileira do s\u00e9culo XX e a produ\u00e7\u00e3o de outros artistas que estar\u00e3o presentes no Festival. \u00c9 o caso de Fernandes, que<strong>\u00a0<\/strong>ser\u00e1 um dos artistas residentes desta 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Com uma produ\u00e7\u00e3o que explora fric\u00e7\u00f5es entre viol\u00eancia-sutileza e densidade-vazio, Alcino atravessa a dor como of\u00edcio de mem\u00f3ria e esquecimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Quatro Cantos Espa\u00e7o Cultural\u00a0<\/strong>receber\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0\u201cSil\u00eancios dos ex\u00edlios\u201d.<\/strong>\u00a0Entrela\u00e7ando a escrita e a fotografia, a exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos produzidos pela poeta\u00a0<strong>Marina Skalova<\/strong>\u00a0e a fot\u00f3grafa\u00a0<strong>Nad\u00e8ge Abadie.\u00a0<\/strong>As obras<strong>\u00a0<\/strong>questionam a migra\u00e7\u00e3o por meio da linguagem e da imagem atrav\u00e9s de um trabalho delicado desenvolvido entre os anos de 2016 e 2019, envolvendo a participa\u00e7\u00e3o de quase cem imigrantes. J\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o coletiva<strong>\u00a0\u201cGente que somos&#8230; apenas gente\u201d\u00a0<\/strong>ocupa a<strong>\u00a0Galeria IPHA<\/strong><strong>N\u00a0<\/strong>reunindo trabalhos realizados pelos\u00a0<strong>alunos e alunas da A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes<\/strong>, que o Festival realiza ao longo do ano na cidade de Tiradentes. Ser\u00e3o apresentados os trabalhos dos alunos dos cursos de Artes Visuais, Fotografia e Cer\u00e2mica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda no primeiro dia,\u00a0<strong>a abertura oficial do 13\u00ba Festival Artes Vertentes\u00a0<\/strong>est\u00e1 marcada para as\u00a0 18h30<strong>, no Centro Cultural Yves Alves<\/strong>. A cerim\u00f4nia contar\u00e1 com a\u00a0<strong>exibi\u00e7\u00e3o da videoarte Gente, realizada pelos participantes da A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes e apresenta\u00e7\u00e3o do Coro VivAvoz e do coro Vozes da APAE<\/strong>. Desde 2013, o Festival Artes Vertentes vai al\u00e9m dos onze dias da programa\u00e7\u00e3o de cada edi\u00e7\u00e3o. De fevereiro ao in\u00edcio de dezembro, ele promove a A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes, oferecendo gratuitamente a crian\u00e7as, adolescentes e adultos de Tiradentes cursos de m\u00fasica, artes visuais, cer\u00e2mica e fotografia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Concluindo a programa\u00e7\u00e3o de abertura,\u00a0<strong>\u00e0s 21h, no Largo de Sant\u2019Ana,\u00a0<\/strong>o p\u00fablico \u00e9 convidado para o concerto<strong>\u00a0\u201cNo rastro de Catarina\u201d<\/strong><em>,<\/em>\u00a0com a cantora, compositora, instrumentista, escritora, sonoplasta e diretora musical,\u00a0<strong>C\u00e1tia de Fran\u00e7a<\/strong>. O repert\u00f3rio contempla as can\u00e7\u00f5es que fazem parte do quinto disco de est\u00fadio da paraibana, que possui uma vasta trajet\u00f3ria musical pautada pela evolu\u00e7\u00e3o de ritmos, experimenta\u00e7\u00f5es e parcerias com artistas como Z\u00e9 Ramalho, Dominguinhos, Sivuca, Lulu Santos, Chico C\u00e9sar, Elba Ramalho e Bezerra da Silva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia\u00a0<strong>20 de setembro, \u00e0s 17h30,\u00a0<\/strong>o violoncelista franc\u00eas<strong>\u00a0Guillaume Martign\u00e9\u00a0<\/strong>se apresenta na\u00a0<strong>Igreja Nossa Senhora da Penha de Fran\u00e7a<\/strong>, no distrito de Bichinho. No repert\u00f3rio do concerto, obras de Johann Sebastian Bach, Gaspar Cassad\u00f3 e Gilberto Paganini. \u00c0s 19h, o\u00a0<strong>Jardim do Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>exibe\u00a0<strong>\u201cA pequena vendedora de Sol\u201d,\u00a0<\/strong>uma das obras-primas do mestre senegal\u00eas\u00a0<strong>Djibril Diop Mamb\u00e9ty.<\/strong>\u00a0 Al\u00e9m dessa exibi\u00e7\u00e3o, o m\u00e9dia (45 min.) poder\u00e1 ser visto gratuitamente em mais quatro sess\u00f5es, nos dias 24 e 25 de setembro, ter\u00e7a e quarta-feira respectivamente, 10h e \u00e0s 16h, no Centro Cultural Yves Alves.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 \u00e0s 20h, o Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>ser\u00e1 palco<strong>\u00a0do<\/strong>\u00a0<strong>espet\u00e1culo \u201cCorpo, Preto, Surdo: N\u00f3s Estamos<\/strong>\u00a0<strong>Aqui\u201d<\/strong>, vencedor\u00a0do Festival Cenas Curtas 2023, promovido pelo Galp\u00e3o Cine Horto, abordando a experi\u00eancia de pessoas surdas e ouvintes negras e traz \u00e0 tona quest\u00f5es essenciais de inclus\u00e3o e diversidade nas artes. A montagem tem dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Carlandreia Ribeiro<\/strong>, com texto escrito por ela em parceria com\u00a0<strong>Marcos Andrade<\/strong>, e dire\u00e7\u00e3o de texto em Libras por\u00a0<strong>Dinalva Andrade<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O Ciclo de Ideias\u00a0<\/strong>abre a programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0do dia 21 de setembro,\u00a0<\/strong><strong>\u00e0s 11h, no Jardim do IPHAN<\/strong>, promovendo uma conversa sobre formas de educa\u00e7\u00e3o fora das paredes escolares com a participa\u00e7\u00e3o d<strong>e\u00a0V\u00f3 Geralda,\u00a0<\/strong>autora do livro<strong>\u00a0\u201cA porta aberta do sert\u00e3o: hist\u00f3rias de V\u00f3 Geralda\u201d,\u00a0<\/strong>da educadora e lideran\u00e7a ind\u00edgena<strong>\u00a0Dona Li\u00e7a Pataxoop e Isabela Nogueira.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1\u00a0<strong>\u00e0s 15h,\u00a0<\/strong>ser\u00e1 inaugurada\u00a0<strong>a exposi\u00e7\u00e3o \u201cA linha invis\u00edvel\u201d no Solar da Baronesa, em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei.<\/strong>\u00a0A exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos assinados por tr\u00eas artistas contempor\u00e2neos: o fot\u00f3grafo mexicano\u00a0<strong>Alejandro Cartagena<\/strong>, o videoartista mineiro\u00a0<strong>\u00c9der Santos<\/strong>\u00a0e o poeta palestino\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>.\u00a0<strong>\u00a0<\/strong>As obras selecionadas tratam sobre os limites geogr\u00e1ficos impostos pela sociedade, que s\u00e3o capazes de restringir ou delimitar a extens\u00e3o do nosso olhar e alterar a nossa percep\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao outro.\u00a0<strong>Com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, a exposi\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 em cartaz entre os dias 21 de setembro a 13 de outubro.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c0s 16h, o\u00a0Centro Cultural UFSJ\u00a0<\/strong>tamb\u00e9m receber\u00e1<strong>\u00a0o lan\u00e7amento de \u201cFalta de ar\u201d, livro da\u00a0<\/strong><strong>poeta\u00a0<\/strong>franco-alem\u00e3 de origem russa\u00a0<strong>Marina Skalova.\u00a0<\/strong>A atividade<strong>\u00a0<\/strong>ir\u00e1 contar com a participa\u00e7\u00e3o da autora, que far\u00e1 algumas leituras de pe\u00e7as da obra, acompanhada pela violinista portuguesa Sofia Leandro e pelo percussionista Bruno Santos. Em paralelo, tamb\u00e9m \u00e0s 16h,<strong>\u00a0o Centro Cultural Yves Alves abre a programa\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica\u00a0<\/strong>do Artes Vertentes com a exibi\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0<\/strong>de\u00a0<strong>\u201cA paix\u00e3o de JL\u201d, com dire\u00e7\u00e3o de Carlos Nader<\/strong>. O document\u00e1rio traz um recorte do cotidiano de Leonilson com base em um di\u00e1rio em fitas cassete, nas quais ele gravou pensamentos, mem\u00f3rias e coment\u00e1rios sobre acontecimentos da \u00e9poca, sua rela\u00e7\u00e3o com o trabalho e o impacto causado pelo diagn\u00f3stico de HIV.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 18h45, Casa Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>exibe o filme\u00a0<strong>\u201cEssa n\u00e3o sou eu\u201d, drama russo\/arm\u00eanio de Maria Saakyan<\/strong>, um retrato de duas gera\u00e7\u00f5es de mulheres. Uma, diretora de um coral de prest\u00edgio internacional. A outra, sua filha, perdida entre a solid\u00e3o e a tecnologia e experimentando os primeiros extremos da emo\u00e7\u00e3o adolescentes.\u00a0<strong>F<\/strong>echando a programa\u00e7\u00e3o do dia\u00a0<strong>21 de setembro, \u00e0s 20h30, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista,\u00a0<\/strong>em Tiradentes, recebe\u00a0<strong>o concerto \u201cSchubertiade Ernestiana I\u201d<\/strong>, com obras de Schubert e Lobo. Participam do concerto, os musicistas:\u00a0<strong>Neto Bellotto\u00a0<\/strong>(contrabaixo),\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o do dia<strong>\u00a022 de setembro\u00a0<\/strong>ter\u00e1 in\u00edcio<strong>\u00a0\u00e0s 10h com um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio no S\u00edtio Serra Azul, na zona rural de Tiradentes,\u00a0<\/strong>com a participa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0de V\u00f3 Geralda<\/strong>, que celebra o lan\u00e7amento do livro \u201cA porta aberta do sert\u00e3o: hist\u00f3rias da V\u00f3 Geralda\u201d (Relic\u00e1rio, 2024 e Rosana Nascimento. Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 12h,\u00a0<\/strong>o p\u00fablico ter\u00e1 a oportunidade de conferir,<strong>\u00a0na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, o concerto \u201cLudus tonalis\u201d<\/strong>, reunindo obras de Bach, Hindemith, Beethoven e Mozart. As pe\u00e7as ser\u00e3o executadas por\u00a0<strong>F\u00e1bio Ogata<\/strong>\u00a0(trompa),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 as 15h, o Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>exibe o<strong>\u00a0filme<\/strong>\u00a0<strong>\u201cRela\u00e7\u00f5es de classe\u201d, do duo Dani\u00e8lle Huillet e Jean-Marie Straub<\/strong>, dois dos maiores nomes da hist\u00f3ria do cinema de autor.\u00a0<strong>Mais um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio ser\u00e1 realizado, \u00e0s 16h, na Taberna d\u2019Omar, com o escritor cabo-verdiano Joaquim Arena<\/strong>, vencedor do Pr\u00eamio Oceanos 2023 na categoria prosa pelo livro \u201cSir\u00edaco e Mister Charles\u201d. O premiado livro do autor caboverdiano acompanha a hist\u00f3ria da improv\u00e1vel amizade entre o jovem Charles Darwin e Sir\u00edaco, um velho negro, ex-escravizado, que sofre de vitiligo. Sobrevoando os territ\u00f3rios da Hist\u00f3ria e da imagina\u00e7\u00e3o, este \u00e9 um romance sobre cumplicidade, ra\u00e7a, racismo, imp\u00e9rio e mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dois concertos fecham a programa\u00e7\u00e3o do dia 22 de setembro.\u00a0<strong>\u00c0s 17h30, o concerto \u201cAo p\u00f4r do sol<em>\u201d<\/em>,\u00a0<\/strong>ir\u00e1 ocorrer ao ar livre<strong>, no Largo de Sant\u2019Ana<\/strong>, apresentando obras de<strong>\u00a0<\/strong>Rebecca<strong>\u00a0<\/strong>Clarke, Schubert, Schnittke, interpretadas por\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>Adolfo Cabrerizo<\/strong>\u00a0(fagote),\u00a0<strong>F\u00e1bio Ogata<\/strong>\u00a0(trompa),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello) e\u00a0<strong>Neto Bellotto\u00a0<\/strong>(contrabaixo). Mais tarde,\u00a0<strong>\u00e0s 20h30, o Jardim do Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>ser\u00e1 palco do<strong>\u00a0concerto \u201cFragmentos kafkianos\u201d<\/strong><em>,\u00a0<\/em>que celebra o repert\u00f3rio de<em>\u00a0<\/em>Kurt\u00e1g, um compositor h\u00fangaro (ainda vivo), com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Manuela Freua<\/strong>\u00a0(soprano) e\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino). A apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma homenagem \u00e0 efem\u00e9ride de Kafka, que se estende por 2024, bem como os impulsos trazidos por meio de sua obra, evocando reflex\u00f5es acerca da alteridade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um fim de semana intenso, a programa\u00e7\u00e3o do 13\u00ba Festival Artes Vertentes segue em pleno vapor ao longo de toda a semana. A programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0do dia 23 de setembro\u00a0<\/strong>inclui a realiza\u00e7\u00e3o de dois concertos. O primeiro deles, \u201c<strong>Schubertiade Ernestiana II\u201d,\u00a0<\/strong>ser\u00e1 no formato did\u00e1tico, e receber\u00e1 alunos das escolas de Tiradentes<strong>.\u00a0<\/strong>A atividade est\u00e1 marcada para \u00e0s 15h30,<strong>\u00a0na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista<\/strong>, reunindo pe\u00e7as de Schubert, ao lado de brasileiros, como Ernesto Nazareth, Radam\u00e9s Gnatalli, Tia Am\u00e9lia, Chiquinha Gonzaga, Henrique Alves de Mesquita e Francisco Mignone, interpretadas por\u00a0<strong>Cristian Budu<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O segundo concerto do dia,\u00a0<strong>\u201cA flor da pele\u201d,\u00a0<\/strong>d\u00e1 continuidade ao di\u00e1logo entre a erudito e o popular e<strong>\u00a0<\/strong>ir\u00e1 retratar a m\u00fasica de diversos compositores que foram perseguidos e tiveram suas composi\u00e7\u00f5es proibidas por diversas ditaduras ao redor do mundo. A apresenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para come\u00e7ar<strong>\u00a0\u00e0s 18h, tamb\u00e9m na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.<\/strong>\u00a0No repert\u00f3rio, obras de Messiaen, Guarany, Nascimento, G\u00e1l, Berg, Vasques Dias, Taiguara, Buarque. A execu\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 por conta de\u00a0<strong>Manuela Freua<\/strong>\u00a0(soprano),\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Bruno Santos<\/strong>\u00a0(percuss\u00e3o).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fechando o dia 23,\u00a0<strong>o cinema russo\u00a0<\/strong>\u00e9 destaque com a exibi\u00e7\u00e3o do longa<strong>\u00a0\u201cAlgo melhor por vir\u201d, de Hanna Polak, \u00e0s 20h, no Jardim do Museu Padre Toledo<\/strong>. O filme acompanha Julia, que tem um sonho: ter uma vida normal. Durante 14 anos, a diretora Hanna Polak acompanha a vida de Iulia no territ\u00f3rio proibido da Svalka, um lix\u00e3o localizado a apenas 20 quil\u00f4metros do Kremlin, na R\u00fassia de Vladimir Putin.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia\u00a0<strong>24 de setembro, \u00e0s 17 horas, o Ciclo de Ideias<\/strong>\u00a0\u201c<strong>A arte do expurgo ou da fraternidade &#8211; Leonilson e a contemporaneidade\u201d<\/strong>, recebe\u00a0<strong>o escritor Ricardo Domeneck e o artista visual Alcino Fernandes<\/strong>, para uma conversa acerca da obra de Leonilson. Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 19h,<\/strong>\u00a0<strong>o Festival Artes Vertentes exibe\u00a0<\/strong><strong>no Jardim do Museu Padre Toledo<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>o \u00fanico filme dirigido pela pioneira poeta iraniana feminista\u00a0<strong>Forough Farrokhzad: o document\u00e1rio \u201cA casa \u00e9 escura\u201d.\u00a0<\/strong>No curta-metragem, Farrokhzad encontra uma gra\u00e7a inesperada onde poucos pensariam em olhar: uma col\u00f4nia de leprosos cujos habitantes vivem, amam, aprendem, brincam em uma comunidade independente isolada do resto do mundo. Encerrando o dia,\u00a0<strong>\u00e0s 19h30, o concerto \u201cA alguns cent\u00edmetros do ch\u00e3o: Hommage \u00e0 Robert Schumann\u201d<\/strong>\u00a0apresenta uma colet\u00e2nea de obras de R. Schumann, Clara Schumann e Kurt\u00e1g. As pe\u00e7as ser\u00e3o executadas por\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko\u00a0<\/strong>(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano). A apresenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 na<strong>\u00a0Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 no dia<strong>\u00a025 de setembro,\u00a0<\/strong>literatura e cinema de encontram\u00a0<strong>no Jardim do Museu Padre Toledo, \u00e0s 19h,<\/strong>\u00a0com a\u00a0<strong>performance liter\u00e1ria \u201cLeite negro\u201d e a exibi\u00e7\u00e3o de videopoemas do<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong>poeta palestino Ghayath Almadhoun<\/strong>. Traduzido para in\u00fameras l\u00ednguas, a obra de Ghayath traz como tem\u00e1ticas principais a guerra e a destrui\u00e7\u00e3o, a morte e a luta, o ex\u00edlio e a saudade de casa. No mesmo dia,\u00a0<strong>\u00e0s 20h, na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista,\u00a0<\/strong>o Festival Artes Vertentes recebe um dos grandes destaques desta edi\u00e7\u00e3o: um solo com o pianista japon\u00eas\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>, presen\u00e7a in\u00e9dita no festival. Ele ir\u00e1 interpretar obras de Chopin e S. Rachmaninov, dois compositores que possuem uma rela\u00e7\u00e3o muito forte com o ex\u00edlio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Abrindo a programa\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>dia 26 de setembro<\/strong>,\u00a0um nome incontorn\u00e1vel quando se pensa na quest\u00e3o da Alteridade, tema proposto para esta edi\u00e7\u00e3o volta ao Festival Artes Vertentes:\u00a0<strong>Ailton Krenak<\/strong>. Ele participar\u00e1, de maneira virtual, de uma mesa redonda com\u00a0<strong>Joaquim Arena, \u00e0s 16h30, no Centro Cultural Yves Alves.\u00a0<\/strong>Na sequ\u00eancia<strong>,\u00a0<\/strong><strong>\u00e0s 18h, o poeta Ricardo Domeneck\u00a0<\/strong>apresenta o livro<strong>\u00a0\u201cCabe\u00e7a de galinha no ch\u00e3o de cimento\u201d, nas galerias do Centro Cultural Yves Alves<\/strong>. Na ocasi\u00e3o, o convidado realizar\u00e1 a leitura de poemas do livro e de textos criados durante o processo criativo em di\u00e1logo com a exposi\u00e7\u00e3o \u201cLeonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Duas apresenta\u00e7\u00f5es musicais fecham a agenda do dia, entre o erudito e o popular.\u00a0<strong>\u00c0s 19h30, na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, o concerto \u201cSchubertiade Ernestiana III<\/strong>\u201d re\u00fane os m\u00fasicos\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano), na interpreta\u00e7\u00e3o de obras assinadas por Schubert, Nazareth, Otaka, Rachmaninov e Ginastera. Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 21h, o Largo de Sant\u2019Ana,\u00a0<\/strong>recebe uma apresenta\u00e7\u00e3o gratuita do\u00a0<strong>Met\u00e1 Met\u00e1,\u00a0<\/strong>trio formado pelos virtuoses<strong>\u00a0Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong>,\u00a0<strong>Kiko Dinucci<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Thiago Fran\u00e7a<\/strong>. O grupo une elementos do jazz e rock, da m\u00fasica brasileira e africana, com sonoridades e ritmos \u00fanicos, entrela\u00e7ados pelos encontros de diversas culturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia seguinte,\u00a0<strong>27 de setembro, \u00e0s 11h, a poeta russa Egana Djabbarova e poeta palestino Ghayath Almadhoun participam de um Ciclo de Ideias nos jardins do IPHAN<\/strong>, numa conversa sobre ex\u00edlio pol\u00edtico com medi\u00e7\u00e3o de Svetlana Ruseishvili, pesquisadora\u00a0transdiasp\u00f3rica\u00a0(Ge\u00f3rgia &#8211; Ucr\u00e2nia &#8211; R\u00fassia) e professora de sociologia na Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar).\u00a0<strong>Os jardins do IPHAN tamb\u00e9m recebem um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio \u00e0s 16h30, com a aclamada poeta israelense<\/strong>\u00a0<strong>Tal Nitz\u00e1n<\/strong>, que lan\u00e7a seu romance de estreia<strong><em>\u00a0Todas as crian\u00e7as do mundo (editora Ars et Vita),\u00a0<\/em><\/strong>que narra a hist\u00f3ria delicada de quatro protagonistas humanos e uma gata, em meio \u00e0 viol\u00eancia arbitr\u00e1ria da vida urbana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 18h, o concerto \u201cNotas do c\u00e1rcere<\/strong>\u201d, re\u00fane um repert\u00f3rio assinado por compositores que foram presos durante os per\u00edodos de ditadura,\u00a0<strong>na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista<\/strong>. No repert\u00f3rio, composi\u00e7\u00f5es assinadas por Bach, Beethoven, Schubert, Erik Satie, Chiquinha Gonzaga e Freitas. Os musicistas convidados s\u00e3o:\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson\u00a0<\/strong>(piano),<em>\u00a0<\/em><strong>Hercules Gomes<\/strong>\u00a0(piano)<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano). Fechando a programa\u00e7\u00e3o do dia,\u00a0<strong>o Centro Cultural Yves Alves recebe o espet\u00e1culo\u00a0<\/strong><strong>\u201cTebas Land\u201d, \u00e0s 20h,<\/strong>\u00a0com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Victor Garcia Peralta<\/strong>. A pe\u00e7a narra os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em contar sua hist\u00f3ria. Inspirado no mito de \u00c9dipo e na vida de S\u00e3o Martinho de Tours, o espet\u00e1culo ocorre na quadra de basquete de uma pris\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O s\u00e1bado<strong>, 28 de setembro,\u00a0<\/strong>abre sua programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0\u00e0s 11h, com<\/strong>\u00a0<strong>um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio com o pianista Hercules Gomes e o jornalista, escritor e tradutor Irineu Franco Perp\u00e9tuo na Taberna d&#8217;Omar<\/strong>. Criativo representante da tradi\u00e7\u00e3o do pianista-compositor, com amplo tr\u00e2nsito no repert\u00f3rio erudito e popular, Hercules Gomes falar\u00e1 da dilui\u00e7\u00e3o das fronteiras dos g\u00eaneros na m\u00fasica em conversa com Irineu Franco Perpetuo, autor do livro Hist\u00f3ria Concisa da M\u00fasica Cl\u00e1ssica Brasileira (Alameda Editora). J\u00e1 \u00e0s\u00a0<strong>16h, mais um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio \u00e9 destaque, na Taberna d\u2019Omar, com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a0<\/strong><strong>Egana Djabbarova, Marina Skalova, Maria Vragova e Prisca Agustoni.<\/strong>\u00a0Na conversa ser\u00e3o abordadas quest\u00f5es de autotradu\u00e7\u00e3o e tradu\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a Marina Skalova e Prisca Agustoni se autotraduzem de v\u00e1rias l\u00ednguas e Maria Vragova traduz de russo para portugu\u00eas e vice-versa. Mais uma atra\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria integra a agenda do dia,\u00a0<strong>\u00e0s 18h, no Jardim do Centro Cultural Yves Alves: \u201c<\/strong><strong>O que voc\u00eas t\u00eam a dizer?\u201d, uma<\/strong>\u00a0<strong>performance liter\u00e1ria com as poetas\u00a0Prisca Agustoni e Egana Djabbarova.\u00a0<\/strong>Na ocasi\u00e3o, Djabbarova lan\u00e7a pela primeira vez no Brasil o seu livro de poesia \u201cRus bala\u201d (Ars et Vita, 2024).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As artes c\u00eanicas e a m\u00fasica s\u00e3o destaque na programa\u00e7\u00e3o noturna do dia 28.\u00a0<strong>O Centro Cultural Yves Alves ser\u00e1 palco, \u00e0s 19h, da montagem \u201cO Estrangeiro reloaded\u201d,<\/strong>\u00a0uma adapta\u00e7\u00e3o do cl\u00e1ssico livro de Albert Camus (1913-1960), Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1957, protagonizada pelo ator e diretor\u00a0<strong>Guilherme Leme<\/strong>, com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Vera Holtz<\/strong>. Meursault, o personagem central de \u201cO Estrangeiro\u201d, leva uma vida banal, at\u00e9 ser arrastado pela correnteza da vida e da hist\u00f3ria, numa narrativa que tem como ponto central o absurdo. Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 20h30, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista recebe o concerto \u201cAp\u00f3s um sonho<em>\u201d<\/em><\/strong>, que reunir\u00e1 obras de Haydn, Faur\u00e9, Piazzolla e Shostakovich, com a participa\u00e7\u00e3o dos musicistas\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O \u00faltimo dia de Festival Artes Vertentes<strong>, 29 de setembro,\u00a0<\/strong>conta com uma programa\u00e7\u00e3o intensa e diversa. Come\u00e7ando\u00a0<strong>\u00e0s 11h,\u00a0<\/strong><strong>o Centro Cultural UFSJ, com uma apresenta\u00e7\u00e3o do m\u00fasico Hercules Gomes<\/strong>, que integra a s\u00e9rie\u00a0<strong>Artes Vertentes solo<\/strong>. No repert\u00f3rio, uma s\u00e9rie de composi\u00e7\u00f5es autorais, al\u00e9m de obras assinadas por nomes que integram a sua trajet\u00f3ria na m\u00fasica.\u00a0Encerrando a programa\u00e7\u00e3o de cinema do Festival Artes Vertentes,\u00a0<strong>o dia 29 conta com uma sess\u00e3o especial dupla no Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>que mergulha no conflito \u00e1rabe-palestino em seus aspectos humanos e culturais.\u00a0<strong>\u00c0s 14h, ser\u00e1 exibido \u201cCasamentos proibidos na Terra Santa\u201d, document\u00e1rio de Michel Khleifi<\/strong>\u00a0que examina v\u00e1rios tipos de casamentos mistos entre \u00e1rabes e judeus na Palestina e em Israel abrangendo diferentes gera\u00e7\u00f5es e classes sociais, mostrando o lado humano de um aspecto do conflito \u00e1rabe-israelense.\u00a0<strong>Na sequ\u00eancia, \u00e0s 15h15, o Festival exibe \u201cDi\u00e1logo \u00e1rabe israelense\u201d, de Lionel Rogosin.<\/strong>\u00a0O document\u00e1rio foi filmado no por\u00e3o do Bleecker Street Cinema, cinema de arte fundado pelo diretor Lionel Rogosin em 1960. Durante dois dias, em setembro de 1973, o poeta palestino Rashed Hussein e o escritor israelense Amos Kenan buscam o di\u00e1logo como forma de encontrar uma poss\u00edvel solu\u00e7\u00e3o para o conflito intermin\u00e1vel. A sess\u00e3o dupla de cinema ser\u00e1 acompanhada pelo debate\u00a0<strong>Di\u00e1logo \u00e1rabe israelense<\/strong>, com os curadores de cinema,\u00a0<strong>Aaron Cutler e Mariana Shellard<\/strong>\u00a0e poeta palestino\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>,\u00a0<strong>\u00e0s 16h, tamb\u00e9m no Centro Cultural Yves Alves.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O escritor e neurocientista\u00a0<strong>Sidarta Ribeiro participa do Caf\u00e9 Liter\u00e1rio, \u00e0s 17h30, na Taberna d&#8217;Omar<\/strong>, numa conversa a partir do livro \u201cSonho Manifesto\u201d (Companhia das Letras, 2022).\u00a0<strong>Sidarta\u00a0<\/strong>estar\u00e1 pela primeira vez na programa\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes<strong>. O concerto \u201cO c\u00edrculo m\u00e1gico\u201d fecha a programa\u00e7\u00e3o do 13\u00ba Festival Artes Vertentes, \u00e0s 20h, na\u00a0<\/strong><strong>Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.\u00a0<\/strong>Com obras de<em>\u00a0<\/em>Enescu, Milhaud, Dukas e Falla, trata-se de um concerto com car\u00e1ter festivo, que explora uma reflex\u00e3o sobre o encontro com o incompreens\u00edvel, resumindo a experi\u00eancia vivida pelo p\u00fablico e pelos artistas ao longo da programa\u00e7\u00e3o. Para esta miss\u00e3o, foram escalados:\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20% dos ingressos da programa\u00e7\u00e3o musical e de artes c\u00eanicas do Festival Artes Vertentes ser\u00e1 reservada para distribui\u00e7\u00e3o gratuita entre estudantes e professores universit\u00e1rios. Os ingressos poder\u00e3o ser retirados no dia de cada evento mediante apresenta\u00e7\u00e3o de comprovante. A distribui\u00e7\u00e3o dos ingressos termina meia hora antes do in\u00edcio de cada apresenta\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O 13\u00ba Festival Artes Vertentes \u00e9 realizado pela Ars et Vita e Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Festival Artes Vertentes e, \u00e9 viabilizado com recursos da Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura com o patroc\u00ednio do Ita\u00fa Unibanco e pela Lei Estadual de Incentivo \u00e0 Cultura de Minas Gerais, com patroc\u00ednio da Cemig.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sobre o Festival Artes Vertentes<\/u><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Criado em 2012 por Luiz Gustavo\u00a0Carvalho\u00a0e Maria Vragova, o Festival Artes Vertentes \u00e9 projeto realizado pela Ars et Vita e pela Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Festival Artes Vertentes. O evento vem apresentando, ininterruptamente, uma programa\u00e7\u00e3o art\u00edstica que estimula di\u00e1logos entre as mais diversas linguagens art\u00edsticas e prop\u00f5e, por meio da arte, reflex\u00f5es sobre temas de relev\u00e2ncia para a sociedade contempor\u00e2nea.\u00a0Vencedor do pr\u00eamio CONCERTO 2021 e nomeado para o pr\u00eamio internacional Classic: NEXT Innovation Award 2022, durante as \u00faltimas doze edi\u00e7\u00f5es, o Festival Artes Vertentes j\u00e1 recebeu mais de 470 artistas, origin\u00e1rios de 40 pa\u00edses.<\/p>\n<h2 style=\"font-style: inherit; font-weight: 400;\" data-thread-perm-id=\"thread-f:1809987762045979580\" data-legacy-thread-id=\"191e5e47a48e0bbc\">13\u00ba Festival Artes Vertentes anuncia programa\u00e7\u00e3o &#8211; 19 a 29\/09<\/h2>\n<p>A 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes \u2013 Festival Internacional de Artes de Tiradentes,\u00a0reconhecido como um dos mais\u00a0importantes festivais de artes integradas do\u00a0pa\u00eds, ser\u00e1 realizada entre os dias 19 e 29 de setembro na cidade hist\u00f3rica. A programa\u00e7\u00e3o re\u00fane concertos, exposi\u00e7\u00f5es, espet\u00e1culos de artes c\u00eanicas, exibi\u00e7\u00f5es, bate-papos, resid\u00eancias art\u00edsticas, oficinas, al\u00e9m de uma s\u00e9rie de atividades voltadas para a promo\u00e7\u00e3o das artes e do conhecimento.<\/p>\n<p>O tema escolhido para nortear a programa\u00e7\u00e3o desta edi\u00e7\u00e3o ser\u00e1\u00a0<strong>Alteridade<\/strong>. A proposta \u00e9 oferecer uma programa\u00e7\u00e3o que seja capaz de promover reflex\u00f5es acerca da import\u00e2ncia de se respeitar as individualidades e a constru\u00e7\u00e3o coletiva na busca pela compreens\u00e3o das diferen\u00e7as. \u201cEstamos convictos de que reconhecer a exist\u00eancia de pessoas e culturas singulares e subjetivas, que pensam, agem e entendem o mundo de suas pr\u00f3prias maneiras \u00e9 um primeiro passo importante para a forma\u00e7\u00e3o de uma sociedade justa, equilibrada, democr\u00e1tica e tolerante. Estamos empenhados em realizar esta reflex\u00e3o de forma plural e diversificada\u201d, destaca Luiz Gustavo Carvalho, curador e diretor art\u00edstico do Festival Artes Vertentes.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de\u00a0<em>literatura<\/em>, entre as participa\u00e7\u00f5es confirmadas desta edi\u00e7\u00e3o, est\u00e3o: o l\u00edder ind\u00edgena, ambientalista, fil\u00f3sofo, poeta e escritor\u00a0<strong>Ailton Krenak<\/strong>. Tamb\u00e9m est\u00e3o confirmadas as participa\u00e7\u00f5es dos escritores e pensadores: \u00a0<strong>Sidarta Ribeiro\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Prisca Agustoni\u00a0<\/strong>(Su\u00ed\u00e7a),\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>\u00a0(Palestina),\u00a0<strong>Marina Skalova\u00a0<\/strong>(Fran\u00e7a),\u00a0<strong>Joaquim Arena\u00a0<\/strong>(Cabo Verde),\u00a0<strong>Egana Djabbarova\u00a0<\/strong>(R\u00fassia),\u00a0<strong>Tal Nitz\u00e1n<\/strong>\u00a0(Israel),\u00a0<strong>V\u00f3 Geralda\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Li\u00e7a Pataxoop\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Ricardo Domeneck<\/strong>\u00a0(Brasil), entre outras refer\u00eancias na \u00e1rea.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea\u00a0<em>musical<\/em>, entre os destaques nacionais desta edi\u00e7\u00e3o est\u00e3o:\u00a0<strong>C\u00e1tia de Fran\u00e7a<\/strong>,\u00a0<strong>Met\u00e1 Met\u00e1\u00a0<\/strong>(<strong>Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong>,\u00a0<strong>Kiko Dinucci<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Thiago Fran\u00e7a<\/strong>),\u00a0<strong>Cristian Budu<\/strong>,\u00a0<strong>Hercules Gomes<\/strong>,\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>, e<strong>\u00a0Manuela Freua<\/strong>. Entre os destaques internacionais, o violoncelista\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9\u00a0<\/strong>(Fran\u00e7a), que vem pela primeira vez ao Brasil, clarinetista<strong>\u00a0Thorsten Johanns\u00a0<\/strong>(Alemanha), a violinista\u00a0<strong>Sofia Leandro\u00a0<\/strong>(Portugal), o pianista\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki\u00a0<\/strong>(Jap\u00e3o), que tamb\u00e9m participa pela primeira vez, o pianista\u00a0<strong>Jacob Katsnelson\u00a0<\/strong>(R\u00fassia), o violinista\u00a0<strong>Ara Harutyunyan\u00a0<\/strong>(Arm\u00eania),<strong>\u00a0<\/strong>a violinista<strong>\u00a0D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(Bielor\u00fassia), e\u00a0o fagotista\u00a0<strong>Adolfo Caberizo\u00a0<\/strong>(Espanha).<\/p>\n<p>No campo das\u00a0<em>artes visuais<\/em>, o festival contar\u00e1 com apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos assinados por nomes como\u00a0<strong>Leonilson<\/strong>\u00a0(Brasil),\u00a0<strong>Alcino Fernandes\u00a0<\/strong>(Brasil), que ser\u00e1 o artista residente,\u00a0<strong>Alejandro Cartagena<\/strong>\u00a0(M\u00e9xico),\u00a0<strong>Eder Santos\u00a0<\/strong>(Brasil)<em>), entre outros.<\/em><\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o ainda conta com\u00a0<em>artes c\u00eanicas<\/em>, incluindo a apresenta\u00e7\u00e3o dos espet\u00e1culos\u00a0<strong><em>Corpo, Preto, Surdo: N\u00f3s Estamos<\/em><\/strong><em>\u00a0<strong>Aqui<\/strong><\/em>, vencedor\u00a0do Festival Cenas Curtas 2023 e\u00a0<strong><em>O Estrangeiro reloaded<\/em><\/strong>, protagonizado por Guilherme Leme, com dire\u00e7\u00e3o da Vera Holtz, al\u00e9m do premiado \u201c<strong>Tebas Land<\/strong>\u201d. Com dramaturgia do uruguaio Sergio Blanco, e dire\u00e7\u00e3o de Victor Garcia Peralta, a pe\u00e7a \u00e9 uma autofic\u00e7\u00e3o que acompanha os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a hist\u00f3ria do crime. A montagem \u00e9 vencedora de diversos pr\u00eamios como Shell de Melhor Ator (Otto Jr.), Botequim Cultural de Melhor ator: (Robson Torinni), Melhor diretor: (Victor Garcia Peralta), Melhor espet\u00e1culo, o Pr\u00eamio Cenym\u00a0de melhor montagem brasileira,\u00a0al\u00e9m de receber diversas outras indica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os destaques da programa\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>cinema\u00a0<\/em>ser\u00e3o os filmes de\u00a0<strong>Michel Khleifi\u00a0<\/strong>(Palestina),\u00a0<strong>Hanna Polak\u00a0<\/strong>(Pol\u00f4nia),\u00a0<strong>Maria Saakyan\u00a0<\/strong>(Arm\u00eania),\u00a0<strong>Djibril Diop Mamb\u00e9ty\u00a0<\/strong>(Senegal),\u00a0<strong>Forough Farrokhzad\u00a0<\/strong>(Ir\u00e3),\u00a0<strong>Lionel Rogosin\u00a0<\/strong>(Estados Unidos),\u00a0<strong>Avi\u00a0Mograbi<\/strong>\u00a0(Israel), entre outros.<\/p>\n<p><strong>Programa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro dia do 13\u00ba Festival Artes Vertentes<strong>, 19 de setembro,\u00a0<\/strong>contar\u00e1 com uma ampla programa\u00e7\u00e3o, incluindo a abertura de quatro exposi\u00e7\u00f5es, \u00e0s 17h, em diferentes espa\u00e7os da cidade hist\u00f3rica. O\u00a0<strong>Centro Cultural Yves Alves<\/strong>\u00a0receber\u00e1 duas dessas exposi\u00e7\u00f5es: \u201c<strong>Leonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Alcino Fernandes: Voc\u00ea disse que sabia amar<\/strong>\u201d.\u00a0Com curadoria de Ricardo Resende e Luiz Gustavo Carvalho,\u00a0\u201cLeonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor\u201d\u00a0re\u00fane desenhos, pintura, objetos e instala\u00e7\u00f5es do artista. Durante a sua trajet\u00f3ria, Leonilson explorou temas distintos, com os \u00faltimos dez anos de produ\u00e7\u00e3o marcados por uma obra com forte cunho autobiogr\u00e1fico. Em suas obras, o artista percorre o limiar entre o dito e o silenciado, dialogando seu fazer art\u00edstico com suas viv\u00eancias enquanto soropositivo.<\/p>\n<p>J\u00e1 \u201cAlcino Fernandes: Voc\u00ea disse que sabia amar\u201d\u00a0\u00e9 fruto do desejo do Festival Artes Vertentes de ressaltar tamb\u00e9m o impacto de Leonilson no universo criativo de diferentes artistas contempor\u00e2neos, propondo um di\u00e1logo entre a obra de um dos maiores nomes da arte brasileira do s\u00e9culo XX e a produ\u00e7\u00e3o de outros artistas que estar\u00e3o presentes no Festival. \u00c9 o caso de Fernandes, que<strong>\u00a0<\/strong>ser\u00e1 um dos artistas residentes desta 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Com uma produ\u00e7\u00e3o que explora fric\u00e7\u00f5es entre viol\u00eancia-sutileza e densidade-vazio, Alcino atravessa a dor como of\u00edcio de mem\u00f3ria e esquecimento.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Quatro Cantos Espa\u00e7o Cultural\u00a0<\/strong>receber\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0\u201cSil\u00eancios dos ex\u00edlios\u201d.<\/strong>\u00a0Entrela\u00e7ando a escrita e a fotografia, a exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos produzidos pela poeta\u00a0<strong>Marina Skalova<\/strong>\u00a0e a fot\u00f3grafa\u00a0<strong>Nad\u00e8ge Abadie.\u00a0<\/strong>As obras<strong>\u00a0<\/strong>questionam a migra\u00e7\u00e3o por meio da linguagem e da imagem atrav\u00e9s de um trabalho delicado desenvolvido entre os anos de 2016 e 2019, envolvendo a participa\u00e7\u00e3o de quase cem imigrantes. J\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o coletiva<strong>\u00a0\u201cGente que somos&#8230; apenas gente\u201d\u00a0<\/strong>ocupa a<strong>\u00a0Galeria IPHA<\/strong><strong>N\u00a0<\/strong>reunindo trabalhos realizados pelos\u00a0<strong>alunos e alunas da A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes<\/strong>, que o Festival realiza ao longo do ano na cidade de Tiradentes. Ser\u00e3o apresentados os trabalhos dos alunos dos cursos de Artes Visuais, Fotografia e Cer\u00e2mica.<\/p>\n<p>Ainda no primeiro dia,\u00a0<strong>a abertura oficial do 13\u00ba Festival Artes Vertentes\u00a0<\/strong>est\u00e1 marcada para as\u00a0 18h30<strong>, no Centro Cultural Yves Alves<\/strong>. A cerim\u00f4nia contar\u00e1 com a\u00a0<strong>exibi\u00e7\u00e3o da videoarte Gente, realizada pelos participantes da A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes e apresenta\u00e7\u00e3o do Coro VivAvoz e do coro Vozes da APAE<\/strong>. Desde 2013, o Festival Artes Vertentes vai al\u00e9m dos onze dias da programa\u00e7\u00e3o de cada edi\u00e7\u00e3o. De fevereiro ao in\u00edcio de dezembro, ele promove a A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes, oferecendo gratuitamente a crian\u00e7as, adolescentes e adultos de Tiradentes cursos de m\u00fasica, artes visuais, cer\u00e2mica e fotografia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Concluindo a programa\u00e7\u00e3o de abertura,\u00a0<strong>\u00e0s 21h, no Largo de Sant\u2019Ana,\u00a0<\/strong>o p\u00fablico \u00e9 convidado para o concerto<strong>\u00a0\u201cNo rastro de Catarina\u201d<\/strong><em>,<\/em>\u00a0com a cantora, compositora, instrumentista, escritora, sonoplasta e diretora musical,\u00a0<strong>C\u00e1tia de Fran\u00e7a<\/strong>. O repert\u00f3rio contempla as can\u00e7\u00f5es que fazem parte do quinto disco de est\u00fadio da paraibana, que possui uma vasta trajet\u00f3ria musical pautada pela evolu\u00e7\u00e3o de ritmos, experimenta\u00e7\u00f5es e parcerias com artistas como Z\u00e9 Ramalho, Dominguinhos, Sivuca, Lulu Santos, Chico C\u00e9sar, Elba Ramalho e Bezerra da Silva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia\u00a0<strong>20 de setembro, \u00e0s 17h30,\u00a0<\/strong>o violoncelista franc\u00eas<strong>\u00a0Guillaume Martign\u00e9\u00a0<\/strong>se apresenta na\u00a0<strong>Igreja Nossa Senhora da Penha de Fran\u00e7a<\/strong>, no distrito de Bichinho. No repert\u00f3rio do concerto, obras de Johann Sebastian Bach, Gaspar Cassad\u00f3 e Gilberto Paganini. \u00c0s 19h, o\u00a0<strong>Jardim do Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>exibe\u00a0<strong>\u201cA pequena vendedora de Sol\u201d,\u00a0<\/strong>uma das obras-primas do mestre senegal\u00eas\u00a0<strong>Djibril Diop Mamb\u00e9ty.<\/strong>\u00a0 Al\u00e9m dessa exibi\u00e7\u00e3o, o m\u00e9dia (45 min.) poder\u00e1 ser visto gratuitamente em mais quatro sess\u00f5es, nos dias 24 e 25 de setembro, ter\u00e7a e quarta-feira respectivamente, 10h e \u00e0s 16h, no Centro Cultural Yves Alves.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 \u00e0s 20h, o Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>ser\u00e1 palco<strong>\u00a0do<\/strong>\u00a0<strong>espet\u00e1culo \u201cCorpo, Preto, Surdo: N\u00f3s Estamos<\/strong>\u00a0<strong>Aqui\u201d<\/strong>, vencedor\u00a0do Festival Cenas Curtas 2023, promovido pelo Galp\u00e3o Cine Horto, abordando a experi\u00eancia de pessoas surdas e ouvintes negras e traz \u00e0 tona quest\u00f5es essenciais de inclus\u00e3o e diversidade nas artes. A montagem tem dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Carlandreia Ribeiro<\/strong>, com texto escrito por ela em parceria com\u00a0<strong>Marcos Andrade<\/strong>, e dire\u00e7\u00e3o de texto em Libras por\u00a0<strong>Dinalva Andrade<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O Ciclo de Ideias\u00a0<\/strong>abre a programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0do dia 21 de setembro,\u00a0<\/strong><strong>\u00e0s 11h, no Jardim do IPHAN<\/strong>, promovendo uma conversa sobre formas de educa\u00e7\u00e3o fora das paredes escolares com a participa\u00e7\u00e3o d<strong>e\u00a0V\u00f3 Geralda,\u00a0<\/strong>autora do livro<strong>\u00a0\u201cA porta aberta do sert\u00e3o: hist\u00f3rias de V\u00f3 Geralda\u201d,\u00a0<\/strong>da educadora e lideran\u00e7a ind\u00edgena<strong>\u00a0Dona Li\u00e7a Pataxoop e Isabela Nogueira.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1\u00a0<strong>\u00e0s 15h,\u00a0<\/strong>ser\u00e1 inaugurada\u00a0<strong>a exposi\u00e7\u00e3o \u201cA linha invis\u00edvel\u201d no Solar da Baronesa, em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei.<\/strong>\u00a0A exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos assinados por tr\u00eas artistas contempor\u00e2neos: o fot\u00f3grafo mexicano\u00a0<strong>Alejandro Cartagena<\/strong>, o videoartista mineiro\u00a0<strong>\u00c9der Santos<\/strong>\u00a0e o poeta palestino\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>.\u00a0<strong>\u00a0<\/strong>As obras selecionadas tratam sobre os limites geogr\u00e1ficos impostos pela sociedade, que s\u00e3o capazes de restringir ou delimitar a extens\u00e3o do nosso olhar e alterar a nossa percep\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao outro.\u00a0<strong>Com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, a exposi\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 em cartaz entre os dias 21 de setembro a 13 de outubro.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c0s 16h, o\u00a0Centro Cultural UFSJ\u00a0<\/strong>tamb\u00e9m receber\u00e1<strong>\u00a0o lan\u00e7amento de \u201cFalta de ar\u201d, livro da\u00a0<\/strong><strong>poeta\u00a0<\/strong>franco-alem\u00e3 de origem russa\u00a0<strong>Marina Skalova.\u00a0<\/strong>A atividade<strong>\u00a0<\/strong>ir\u00e1 contar com a participa\u00e7\u00e3o da autora, que far\u00e1 algumas leituras de pe\u00e7as da obra, acompanhada pela violinista portuguesa Sofia Leandro e pelo percussionista Bruno Santos. Em paralelo, tamb\u00e9m \u00e0s 16h,<strong>\u00a0o Centro Cultural Yves Alves abre a programa\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica\u00a0<\/strong>do Artes Vertentes com a exibi\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0<\/strong>de\u00a0<strong>\u201cA paix\u00e3o de JL\u201d, com dire\u00e7\u00e3o de Carlos Nader<\/strong>. O document\u00e1rio traz um recorte do cotidiano de Leonilson com base em um di\u00e1rio em fitas cassete, nas quais ele gravou pensamentos, mem\u00f3rias e coment\u00e1rios sobre acontecimentos da \u00e9poca, sua rela\u00e7\u00e3o com o trabalho e o impacto causado pelo diagn\u00f3stico de HIV.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 18h45, Casa Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>exibe o filme\u00a0<strong>\u201cEssa n\u00e3o sou eu\u201d, drama russo\/arm\u00eanio de Maria Saakyan<\/strong>, um retrato de duas gera\u00e7\u00f5es de mulheres. Uma, diretora de um coral de prest\u00edgio internacional. A outra, sua filha, perdida entre a solid\u00e3o e a tecnologia e experimentando os primeiros extremos da emo\u00e7\u00e3o adolescentes.\u00a0<strong>F<\/strong>echando a programa\u00e7\u00e3o do dia\u00a0<strong>21 de setembro, \u00e0s 20h30, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista,\u00a0<\/strong>em Tiradentes, recebe\u00a0<strong>o concerto \u201cSchubertiade Ernestiana I\u201d<\/strong>, com obras de Schubert e Lobo. Participam do concerto, os musicistas:\u00a0<strong>Neto Bellotto\u00a0<\/strong>(contrabaixo),\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o do dia<strong>\u00a022 de setembro\u00a0<\/strong>ter\u00e1 in\u00edcio<strong>\u00a0\u00e0s 10h com um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio no S\u00edtio Serra Azul, na zona rural de Tiradentes,\u00a0<\/strong>com a participa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0de V\u00f3 Geralda<\/strong>, que celebra o lan\u00e7amento do livro \u201cA porta aberta do sert\u00e3o: hist\u00f3rias da V\u00f3 Geralda\u201d (Relic\u00e1rio, 2024 e Rosana Nascimento. Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 12h,\u00a0<\/strong>o p\u00fablico ter\u00e1 a oportunidade de conferir,<strong>\u00a0na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, o concerto \u201cLudus tonalis\u201d<\/strong>, reunindo obras de Bach, Hindemith, Beethoven e Mozart. As pe\u00e7as ser\u00e3o executadas por\u00a0<strong>F\u00e1bio Ogata<\/strong>\u00a0(trompa),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 as 15h, o Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>exibe o<strong>\u00a0filme<\/strong>\u00a0<strong>\u201cRela\u00e7\u00f5es de classe\u201d, do duo Dani\u00e8lle Huillet e Jean-Marie Straub<\/strong>, dois dos maiores nomes da hist\u00f3ria do cinema de autor.\u00a0<strong>Mais um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio ser\u00e1 realizado, \u00e0s 16h, na Taberna d\u2019Omar, com o escritor cabo-verdiano Joaquim Arena<\/strong>, vencedor do Pr\u00eamio Oceanos 2023 na categoria prosa pelo livro \u201cSir\u00edaco e Mister Charles\u201d. O premiado livro do autor caboverdiano acompanha a hist\u00f3ria da improv\u00e1vel amizade entre o jovem Charles Darwin e Sir\u00edaco, um velho negro, ex-escravizado, que sofre de vitiligo. Sobrevoando os territ\u00f3rios da Hist\u00f3ria e da imagina\u00e7\u00e3o, este \u00e9 um romance sobre cumplicidade, ra\u00e7a, racismo, imp\u00e9rio e mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dois concertos fecham a programa\u00e7\u00e3o do dia 22 de setembro.\u00a0<strong>\u00c0s 17h30, o concerto \u201cAo p\u00f4r do sol<em>\u201d<\/em>,\u00a0<\/strong>ir\u00e1 ocorrer ao ar livre<strong>, no Largo de Sant\u2019Ana<\/strong>, apresentando obras de<strong>\u00a0<\/strong>Rebecca<strong>\u00a0<\/strong>Clarke, Schubert, Schnittke, interpretadas por\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>Adolfo Cabrerizo<\/strong>\u00a0(fagote),\u00a0<strong>F\u00e1bio Ogata<\/strong>\u00a0(trompa),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello) e\u00a0<strong>Neto Bellotto\u00a0<\/strong>(contrabaixo). Mais tarde,\u00a0<strong>\u00e0s 20h30, o Jardim do Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>ser\u00e1 palco do<strong>\u00a0concerto \u201cFragmentos kafkianos\u201d<\/strong><em>,\u00a0<\/em>que celebra o repert\u00f3rio de<em>\u00a0<\/em>Kurt\u00e1g, um compositor h\u00fangaro (ainda vivo), com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Manuela Freua<\/strong>\u00a0(soprano) e\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino). A apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma homenagem \u00e0 efem\u00e9ride de Kafka, que se estende por 2024, bem como os impulsos trazidos por meio de sua obra, evocando reflex\u00f5es acerca da alteridade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um fim de semana intenso, a programa\u00e7\u00e3o do 13\u00ba Festival Artes Vertentes segue em pleno vapor ao longo de toda a semana. A programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0do dia 23 de setembro\u00a0<\/strong>inclui a realiza\u00e7\u00e3o de dois concertos. O primeiro deles, \u201c<strong>Schubertiade Ernestiana II\u201d,\u00a0<\/strong>ser\u00e1 no formato did\u00e1tico, e receber\u00e1 alunos das escolas de Tiradentes<strong>.\u00a0<\/strong>A atividade est\u00e1 marcada para \u00e0s 15h30,<strong>\u00a0na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista<\/strong>, reunindo pe\u00e7as de Schubert, ao lado de brasileiros, como Ernesto Nazareth, Radam\u00e9s Gnatalli, Tia Am\u00e9lia, Chiquinha Gonzaga, Henrique Alves de Mesquita e Francisco Mignone, interpretadas por\u00a0<strong>Cristian Budu<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O segundo concerto do dia,\u00a0<strong>\u201cA flor da pele\u201d,\u00a0<\/strong>d\u00e1 continuidade ao di\u00e1logo entre a erudito e o popular e<strong>\u00a0<\/strong>ir\u00e1 retratar a m\u00fasica de diversos compositores que foram perseguidos e tiveram suas composi\u00e7\u00f5es proibidas por diversas ditaduras ao redor do mundo. A apresenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para come\u00e7ar<strong>\u00a0\u00e0s 18h, tamb\u00e9m na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.<\/strong>\u00a0No repert\u00f3rio, obras de Messiaen, Guarany, Nascimento, G\u00e1l, Berg, Vasques Dias, Taiguara, Buarque. A execu\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 por conta de\u00a0<strong>Manuela Freua<\/strong>\u00a0(soprano),\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Bruno Santos<\/strong>\u00a0(percuss\u00e3o).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fechando o dia 23,\u00a0<strong>o cinema russo\u00a0<\/strong>\u00e9 destaque com a exibi\u00e7\u00e3o do longa<strong>\u00a0\u201cAlgo melhor por vir\u201d, de Hanna Polak, \u00e0s 20h, no Jardim do Museu Padre Toledo<\/strong>. O filme acompanha Julia, que tem um sonho: ter uma vida normal. Durante 14 anos, a diretora Hanna Polak acompanha a vida de Iulia no territ\u00f3rio proibido da Svalka, um lix\u00e3o localizado a apenas 20 quil\u00f4metros do Kremlin, na R\u00fassia de Vladimir Putin.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia\u00a0<strong>24 de setembro, \u00e0s 17 horas, o Ciclo de Ideias<\/strong>\u00a0\u201c<strong>A arte do expurgo ou da fraternidade &#8211; Leonilson e a contemporaneidade\u201d<\/strong>, recebe\u00a0<strong>o escritor Ricardo Domeneck e o artista visual Alcino Fernandes<\/strong>, para uma conversa acerca da obra de Leonilson. Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 19h,<\/strong>\u00a0<strong>o Festival Artes Vertentes exibe\u00a0<\/strong><strong>no Jardim do Museu Padre Toledo<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>o \u00fanico filme dirigido pela pioneira poeta iraniana feminista\u00a0<strong>Forough Farrokhzad: o document\u00e1rio \u201cA casa \u00e9 escura\u201d.\u00a0<\/strong>No curta-metragem, Farrokhzad encontra uma gra\u00e7a inesperada onde poucos pensariam em olhar: uma col\u00f4nia de leprosos cujos habitantes vivem, amam, aprendem, brincam em uma comunidade independente isolada do resto do mundo. Encerrando o dia,\u00a0<strong>\u00e0s 19h30, o concerto \u201cA alguns cent\u00edmetros do ch\u00e3o: Hommage \u00e0 Robert Schumann\u201d<\/strong>\u00a0apresenta uma colet\u00e2nea de obras de R. Schumann, Clara Schumann e Kurt\u00e1g. As pe\u00e7as ser\u00e3o executadas por\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko\u00a0<\/strong>(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano). A apresenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 na<strong>\u00a0Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 no dia<strong>\u00a025 de setembro,\u00a0<\/strong>literatura e cinema de encontram\u00a0<strong>no Jardim do Museu Padre Toledo, \u00e0s 19h,<\/strong>\u00a0com a\u00a0<strong>performance liter\u00e1ria \u201cLeite negro\u201d e a exibi\u00e7\u00e3o de videopoemas do<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong>poeta palestino Ghayath Almadhoun<\/strong>. Traduzido para in\u00fameras l\u00ednguas, a obra de Ghayath traz como tem\u00e1ticas principais a guerra e a destrui\u00e7\u00e3o, a morte e a luta, o ex\u00edlio e a saudade de casa. No mesmo dia,\u00a0<strong>\u00e0s 20h, na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista,\u00a0<\/strong>o Festival Artes Vertentes recebe um dos grandes destaques desta edi\u00e7\u00e3o: um solo com o pianista japon\u00eas\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>, presen\u00e7a in\u00e9dita no festival. Ele ir\u00e1 interpretar obras de Chopin e S. Rachmaninov, dois compositores que possuem uma rela\u00e7\u00e3o muito forte com o ex\u00edlio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Abrindo a programa\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>dia 26 de setembro<\/strong>,\u00a0um nome incontorn\u00e1vel quando se pensa na quest\u00e3o da Alteridade, tema proposto para esta edi\u00e7\u00e3o volta ao Festival Artes Vertentes:\u00a0<strong>Ailton Krenak<\/strong>. Ele participar\u00e1, de maneira virtual, de uma mesa redonda com\u00a0<strong>Joaquim Arena, \u00e0s 16h30, no Centro Cultural Yves Alves.\u00a0<\/strong>Na sequ\u00eancia<strong>,\u00a0<\/strong><strong>\u00e0s 18h, o poeta Ricardo Domeneck\u00a0<\/strong>apresenta o livro<strong>\u00a0\u201cCabe\u00e7a de galinha no ch\u00e3o de cimento\u201d, nas galerias do Centro Cultural Yves Alves<\/strong>. Na ocasi\u00e3o, o convidado realizar\u00e1 a leitura de poemas do livro e de textos criados durante o processo criativo em di\u00e1logo com a exposi\u00e7\u00e3o \u201cLeonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Duas apresenta\u00e7\u00f5es musicais fecham a agenda do dia, entre o erudito e o popular.\u00a0<strong>\u00c0s 19h30, na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, o concerto \u201cSchubertiade Ernestiana III<\/strong>\u201d re\u00fane os m\u00fasicos\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano), na interpreta\u00e7\u00e3o de obras assinadas por Schubert, Nazareth, Otaka, Rachmaninov e Ginastera. Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 21h, o Largo de Sant\u2019Ana,\u00a0<\/strong>recebe uma apresenta\u00e7\u00e3o gratuita do\u00a0<strong>Met\u00e1 Met\u00e1,\u00a0<\/strong>trio formado pelos virtuoses<strong>\u00a0Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong>,\u00a0<strong>Kiko Dinucci<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Thiago Fran\u00e7a<\/strong>. O grupo une elementos do jazz e rock, da m\u00fasica brasileira e africana, com sonoridades e ritmos \u00fanicos, entrela\u00e7ados pelos encontros de diversas culturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia seguinte,\u00a0<strong>27 de setembro, \u00e0s 11h, a poeta russa Egana Djabbarova e poeta palestino Ghayath Almadhoun participam de um Ciclo de Ideias nos jardins do IPHAN<\/strong>, numa conversa sobre ex\u00edlio pol\u00edtico com medi\u00e7\u00e3o de Svetlana Ruseishvili, pesquisadora\u00a0transdiasp\u00f3rica\u00a0(Ge\u00f3rgia &#8211; Ucr\u00e2nia &#8211; R\u00fassia) e professora de sociologia na Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar).\u00a0<strong>Os jardins do IPHAN tamb\u00e9m recebem um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio \u00e0s 16h30, com a aclamada poeta israelense<\/strong>\u00a0<strong>Tal Nitz\u00e1n<\/strong>, que lan\u00e7a seu romance de estreia<strong><em>\u00a0Todas as crian\u00e7as do mundo (editora Ars et Vita),\u00a0<\/em><\/strong>que narra a hist\u00f3ria delicada de quatro protagonistas humanos e uma gata, em meio \u00e0 viol\u00eancia arbitr\u00e1ria da vida urbana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 18h, o concerto \u201cNotas do c\u00e1rcere<\/strong>\u201d, re\u00fane um repert\u00f3rio assinado por compositores que foram presos durante os per\u00edodos de ditadura,\u00a0<strong>na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista<\/strong>. No repert\u00f3rio, composi\u00e7\u00f5es assinadas por Bach, Beethoven, Schubert, Erik Satie, Chiquinha Gonzaga e Freitas. Os musicistas convidados s\u00e3o:\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson\u00a0<\/strong>(piano),<em>\u00a0<\/em><strong>Hercules Gomes<\/strong>\u00a0(piano)<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano). Fechando a programa\u00e7\u00e3o do dia,\u00a0<strong>o Centro Cultural Yves Alves recebe o espet\u00e1culo\u00a0<\/strong><strong>\u201cTebas Land\u201d, \u00e0s 20h,<\/strong>\u00a0com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Victor Garcia Peralta<\/strong>. A pe\u00e7a narra os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em contar sua hist\u00f3ria. Inspirado no mito de \u00c9dipo e na vida de S\u00e3o Martinho de Tours, o espet\u00e1culo ocorre na quadra de basquete de uma pris\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O s\u00e1bado<strong>, 28 de setembro,\u00a0<\/strong>abre sua programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0\u00e0s 11h, com<\/strong>\u00a0<strong>um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio com o pianista Hercules Gomes e o jornalista, escritor e tradutor Irineu Franco Perp\u00e9tuo na Taberna d&#8217;Omar<\/strong>. Criativo representante da tradi\u00e7\u00e3o do pianista-compositor, com amplo tr\u00e2nsito no repert\u00f3rio erudito e popular, Hercules Gomes falar\u00e1 da dilui\u00e7\u00e3o das fronteiras dos g\u00eaneros na m\u00fasica em conversa com Irineu Franco Perpetuo, autor do livro Hist\u00f3ria Concisa da M\u00fasica Cl\u00e1ssica Brasileira (Alameda Editora). J\u00e1 \u00e0s\u00a0<strong>16h, mais um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio \u00e9 destaque, na Taberna d\u2019Omar, com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a0<\/strong><strong>Egana Djabbarova, Marina Skalova, Maria Vragova e Prisca Agustoni.<\/strong>\u00a0Na conversa ser\u00e3o abordadas quest\u00f5es de autotradu\u00e7\u00e3o e tradu\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a Marina Skalova e Prisca Agustoni se autotraduzem de v\u00e1rias l\u00ednguas e Maria Vragova traduz de russo para portugu\u00eas e vice-versa. Mais uma atra\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria integra a agenda do dia,\u00a0<strong>\u00e0s 18h, no Jardim do Centro Cultural Yves Alves: \u201c<\/strong><strong>O que voc\u00eas t\u00eam a dizer?\u201d, uma<\/strong>\u00a0<strong>performance liter\u00e1ria com as poetas\u00a0Prisca Agustoni e Egana Djabbarova.\u00a0<\/strong>Na ocasi\u00e3o, Djabbarova lan\u00e7a pela primeira vez no Brasil o seu livro de poesia \u201cRus bala\u201d (Ars et Vita, 2024).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As artes c\u00eanicas e a m\u00fasica s\u00e3o destaque na programa\u00e7\u00e3o noturna do dia 28.\u00a0<strong>O Centro Cultural Yves Alves ser\u00e1 palco, \u00e0s 19h, da montagem \u201cO Estrangeiro reloaded\u201d,<\/strong>\u00a0uma adapta\u00e7\u00e3o do cl\u00e1ssico livro de Albert Camus (1913-1960), Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1957, protagonizada pelo ator e diretor\u00a0<strong>Guilherme Leme<\/strong>, com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Vera Holtz<\/strong>. Meursault, o personagem central de \u201cO Estrangeiro\u201d, leva uma vida banal, at\u00e9 ser arrastado pela correnteza da vida e da hist\u00f3ria, numa narrativa que tem como ponto central o absurdo. Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 20h30, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista recebe o concerto \u201cAp\u00f3s um sonho<em>\u201d<\/em><\/strong>, que reunir\u00e1 obras de Haydn, Faur\u00e9, Piazzolla e Shostakovich, com a participa\u00e7\u00e3o dos musicistas\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O \u00faltimo dia de Festival Artes Vertentes<strong>, 29 de setembro,\u00a0<\/strong>conta com uma programa\u00e7\u00e3o intensa e diversa. Come\u00e7ando\u00a0<strong>\u00e0s 11h,\u00a0<\/strong><strong>o Centro Cultural UFSJ, com uma apresenta\u00e7\u00e3o do m\u00fasico Hercules Gomes<\/strong>, que integra a s\u00e9rie\u00a0<strong>Artes Vertentes solo<\/strong>. No repert\u00f3rio, uma s\u00e9rie de composi\u00e7\u00f5es autorais, al\u00e9m de obras assinadas por nomes que integram a sua trajet\u00f3ria na m\u00fasica.\u00a0Encerrando a programa\u00e7\u00e3o de cinema do Festival Artes Vertentes,\u00a0<strong>o dia 29 conta com uma sess\u00e3o especial dupla no Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>que mergulha no conflito \u00e1rabe-palestino em seus aspectos humanos e culturais.\u00a0<strong>\u00c0s 14h, ser\u00e1 exibido \u201cCasamentos proibidos na Terra Santa\u201d, document\u00e1rio de Michel Khleifi<\/strong>\u00a0que examina v\u00e1rios tipos de casamentos mistos entre \u00e1rabes e judeus na Palestina e em Israel abrangendo diferentes gera\u00e7\u00f5es e classes sociais, mostrando o lado humano de um aspecto do conflito \u00e1rabe-israelense.\u00a0<strong>Na sequ\u00eancia, \u00e0s 15h15, o Festival exibe \u201cDi\u00e1logo \u00e1rabe israelense\u201d, de Lionel Rogosin.<\/strong>\u00a0O document\u00e1rio foi filmado no por\u00e3o do Bleecker Street Cinema, cinema de arte fundado pelo diretor Lionel Rogosin em 1960. Durante dois dias, em setembro de 1973, o poeta palestino Rashed Hussein e o escritor israelense Amos Kenan buscam o di\u00e1logo como forma de encontrar uma poss\u00edvel solu\u00e7\u00e3o para o conflito intermin\u00e1vel. A sess\u00e3o dupla de cinema ser\u00e1 acompanhada pelo debate\u00a0<strong>Di\u00e1logo \u00e1rabe israelense<\/strong>, com os curadores de cinema,\u00a0<strong>Aaron Cutler e Mariana Shellard<\/strong>\u00a0e poeta palestino\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>,\u00a0<strong>\u00e0s 16h, tamb\u00e9m no Centro Cultural Yves Alves.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O escritor e neurocientista\u00a0<strong>Sidarta Ribeiro participa do Caf\u00e9 Liter\u00e1rio, \u00e0s 17h30, na Taberna d&#8217;Omar<\/strong>, numa conversa a partir do livro \u201cSonho Manifesto\u201d (Companhia das Letras, 2022).\u00a0<strong>Sidarta\u00a0<\/strong>estar\u00e1 pela primeira vez na programa\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes<strong>. O concerto \u201cO c\u00edrculo m\u00e1gico\u201d fecha a programa\u00e7\u00e3o do 13\u00ba Festival Artes Vertentes, \u00e0s 20h, na\u00a0<\/strong><strong>Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.\u00a0<\/strong>Com obras de<em>\u00a0<\/em>Enescu, Milhaud, Dukas e Falla, trata-se de um concerto com car\u00e1ter festivo, que explora uma reflex\u00e3o sobre o encontro com o incompreens\u00edvel, resumindo a experi\u00eancia vivida pelo p\u00fablico e pelos artistas ao longo da programa\u00e7\u00e3o. Para esta miss\u00e3o, foram escalados:\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20% dos ingressos da programa\u00e7\u00e3o musical e de artes c\u00eanicas do Festival Artes Vertentes ser\u00e1 reservada para distribui\u00e7\u00e3o gratuita entre estudantes e professores universit\u00e1rios. Os ingressos poder\u00e3o ser retirados no dia de cada evento mediante apresenta\u00e7\u00e3o de comprovante. A distribui\u00e7\u00e3o dos ingressos termina meia hora antes do in\u00edcio de cada apresenta\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O 13\u00ba Festival Artes Vertentes \u00e9 realizado pela Ars et Vita e Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Festival Artes Vertentes e, \u00e9 viabilizado com recursos da Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura com o patroc\u00ednio do Ita\u00fa Unibanco e pela Lei Estadual de Incentivo \u00e0 Cultura de Minas Gerais, com patroc\u00ednio da Cemig.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sobre o Festival Artes Vertentes<\/u><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Criado em 2012 por Luiz Gustavo\u00a0Carvalho\u00a0e Maria Vragova, o Festival Artes Vertentes \u00e9 projeto realizado pela Ars et Vita e pela Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Festival Artes Vertentes. O evento vem apresentando, ininterruptamente, uma programa\u00e7\u00e3o art\u00edstica que estimula di\u00e1logos entre as mais diversas linguagens art\u00edsticas e prop\u00f5e, por meio da arte, reflex\u00f5es sobre temas de relev\u00e2ncia para a sociedade contempor\u00e2nea.\u00a0Vencedor do pr\u00eamio CONCERTO 2021 e nomeado para o pr\u00eamio internacional Classic: NEXT Innovation Award 2022, durante as \u00faltimas doze edi\u00e7\u00f5es, o Festival Artes Vertentes j\u00e1 recebeu mais de 470 artistas, origin\u00e1rios de 40 pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>O olhar para a Alteridade marca a programa\u00e7\u00e3o multidisciplinar da 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: inherit;\">9<\/span>\u00a0de\u00a0<span style=\"font-weight: inherit;\">1.129<\/span><\/p>\n<p aria-hidden=\"true\">Imprimir tudo<\/p>\n<p aria-hidden=\"true\">Nova janela<\/p>\n<h2 style=\"font-style: inherit; font-weight: 400;\" data-thread-perm-id=\"thread-f:1809987762045979580\" data-legacy-thread-id=\"191e5e47a48e0bbc\">13\u00ba Festival Artes Vertentes anuncia programa\u00e7\u00e3o &#8211; 19 a 29\/09<\/h2>\n<p>Externa<\/p>\n<p aria-label=\"Pesquisar todas as mensagens com o marcador Caixa de entrada\" data-tooltip-id=\"EZCsidc183\" data-tooltip-classes=\"wYeeg\">Caixa de entrada<\/p>\n<p aria-hidden=\"true\">Pesquisar todas as mensagens com o marcador Caixa de entrada<\/p>\n<p aria-hidden=\"true\">Remover o marcador Caixa de entrada desta conversa<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<h3 style=\"font-weight: inherit;\"><b><span data-hovercard-id=\"aduplainformacao@gmail.com\">A Dupla Informa\u00e7\u00e3o<\/span><\/b>\u00a0<span aria-hidden=\"true\">&lt;<\/span>aduplainformacao@gmail.com<span aria-hidden=\"true\">&gt;<\/span><\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<td>08:00 (h\u00e1 4 horas)<\/td>\n<td><\/td>\n<td rowspan=\"2\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\">\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td>para Cco:<span data-hovercard-id=\"genoves@folhadocomercio.com.br\">mim<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Prezado(a),<\/p>\n<p>Voc\u00ea est\u00e1 recebendo os releases com as informa\u00e7\u00f5es sobre a programa\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>13\u00ba Festival Artes Vertentes, que ser\u00e1 realizado na cidade de Tiradentes\/MG, entre os pr\u00f3ximos dias 19 e 29 de setembro<\/strong>. O Artes Vertentes \u00e9 considerado um dos eventos mais importantes do pa\u00eds na promo\u00e7\u00e3o das artes de formas integradas, possibilitando di\u00e1logos entre os fazeres art\u00edsticos. A programa\u00e7\u00e3o re\u00fane concertos, exposi\u00e7\u00f5es, espet\u00e1culos de teatro, exibi\u00e7\u00f5es de filmes, bate-papos, resid\u00eancias art\u00edsticas, oficinas, al\u00e9m de uma s\u00e9rie de atividades voltadas para a promo\u00e7\u00e3o das artes e do conhecimento, com atra\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais. Contamos com seu apoio na divulga\u00e7\u00e3o. Estou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para auxiliar no que for necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Atenciosamente,<\/p>\n<p><strong>F\u00e1bio Gomides \u00a0 ))\u00a031 99693 2767\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Assessoria de Imprensa e Produ\u00e7\u00e3o de Conte\u00fado<\/p>\n<p><a href=\"mailto:contato@aduplainformacao.com.br\">contato@aduplainformacao.com.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"mailto:aduplainformacao@gmail.com\">aduplainformacao@gmail.com<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/wwww.twitter.com\/aduplainforma\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/wwww.twitter.com\/aduplainforma&amp;source=gmail&amp;ust=1726239284192000&amp;usg=AOvVaw2tQEwAwD7GqefhvCvfTSlr\">@aduplainforma<\/a><\/p>\n<p><strong>O olhar para a Alteridade marca a programa\u00e7\u00e3o multidisciplinar da 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Realizado anualmente em Tiradentes (MG), o Festival Artes Vertentes,\u00a0considerado um dos eventos mais importantes do pa\u00eds na promo\u00e7\u00e3o das artes de forma integradas,\u00a0ser\u00e1 realizado entre os dias 19 e 29 de setembro.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes \u2013 Festival Internacional de Artes de Tiradentes,\u00a0reconhecido como um dos mais\u00a0importantes festivais de artes integradas do\u00a0pa\u00eds, ser\u00e1 realizada entre os dias 19 e 29 de setembro na cidade hist\u00f3rica. A programa\u00e7\u00e3o re\u00fane concertos, exposi\u00e7\u00f5es, espet\u00e1culos de artes c\u00eanicas, exibi\u00e7\u00f5es, bate-papos, resid\u00eancias art\u00edsticas, oficinas, al\u00e9m de uma s\u00e9rie de atividades voltadas para a promo\u00e7\u00e3o das artes e do conhecimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O tema escolhido para nortear a programa\u00e7\u00e3o desta edi\u00e7\u00e3o ser\u00e1\u00a0<strong>Alteridade<\/strong>. A proposta \u00e9 oferecer uma programa\u00e7\u00e3o que seja capaz de promover reflex\u00f5es acerca da import\u00e2ncia de se respeitar as individualidades e a constru\u00e7\u00e3o coletiva na busca pela compreens\u00e3o das diferen\u00e7as. \u201cEstamos convictos de que reconhecer a exist\u00eancia de pessoas e culturas singulares e subjetivas, que pensam, agem e entendem o mundo de suas pr\u00f3prias maneiras \u00e9 um primeiro passo importante para a forma\u00e7\u00e3o de uma sociedade justa, equilibrada, democr\u00e1tica e tolerante. Estamos empenhados em realizar esta reflex\u00e3o de forma plural e diversificada\u201d, destaca Luiz Gustavo Carvalho, curador e diretor art\u00edstico do Festival Artes Vertentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de\u00a0<em>literatura<\/em>, entre as participa\u00e7\u00f5es confirmadas desta edi\u00e7\u00e3o, est\u00e3o: o l\u00edder ind\u00edgena, ambientalista, fil\u00f3sofo, poeta e escritor\u00a0<strong>Ailton Krenak<\/strong>. Tamb\u00e9m est\u00e3o confirmadas as participa\u00e7\u00f5es dos escritores e pensadores: \u00a0<strong>Sidarta Ribeiro\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Prisca Agustoni\u00a0<\/strong>(Su\u00ed\u00e7a),\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>\u00a0(Palestina),\u00a0<strong>Marina Skalova\u00a0<\/strong>(Fran\u00e7a),\u00a0<strong>Joaquim Arena\u00a0<\/strong>(Cabo Verde),\u00a0<strong>Egana Djabbarova\u00a0<\/strong>(R\u00fassia),\u00a0<strong>Tal Nitz\u00e1n<\/strong>\u00a0(Israel),\u00a0<strong>V\u00f3 Geralda\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Li\u00e7a Pataxoop\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Ricardo Domeneck<\/strong>\u00a0(Brasil), entre outras refer\u00eancias na \u00e1rea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na \u00e1rea\u00a0<em>musical<\/em>, entre os destaques nacionais desta edi\u00e7\u00e3o est\u00e3o:\u00a0<strong>C\u00e1tia de Fran\u00e7a<\/strong>,\u00a0<strong>Met\u00e1 Met\u00e1\u00a0<\/strong>(<strong>Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong>,\u00a0<strong>Kiko Dinucci<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Thiago Fran\u00e7a<\/strong>),\u00a0<strong>Cristian Budu<\/strong>,\u00a0<strong>Hercules Gomes<\/strong>,\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>, e<strong>\u00a0Manuela Freua<\/strong>. Entre os destaques internacionais, o violoncelista\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9\u00a0<\/strong>(Fran\u00e7a), que vem pela primeira vez ao Brasil, clarinetista<strong>\u00a0Thorsten Johanns\u00a0<\/strong>(Alemanha), a violinista\u00a0<strong>Sofia Leandro\u00a0<\/strong>(Portugal), o pianista\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki\u00a0<\/strong>(Jap\u00e3o), que tamb\u00e9m participa pela primeira vez, o pianista\u00a0<strong>Jacob Katsnelson\u00a0<\/strong>(R\u00fassia), o violinista\u00a0<strong>Ara Harutyunyan\u00a0<\/strong>(Arm\u00eania),<strong>\u00a0<\/strong>a violinista<strong>\u00a0D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(Bielor\u00fassia), e\u00a0o fagotista\u00a0<strong>Adolfo Caberizo\u00a0<\/strong>(Espanha).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No campo das\u00a0<em>artes visuais<\/em>, o festival contar\u00e1 com apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos assinados por nomes como\u00a0<strong>Leonilson<\/strong>\u00a0(Brasil),\u00a0<strong>Alcino Fernandes\u00a0<\/strong>(Brasil), que ser\u00e1 o artista residente,\u00a0<strong>Alejandro Cartagena<\/strong>\u00a0(M\u00e9xico),\u00a0<strong>Eder Santos\u00a0<\/strong>(Brasil)<em>), entre outros.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o ainda conta com\u00a0<em>artes c\u00eanicas<\/em>, incluindo a apresenta\u00e7\u00e3o dos espet\u00e1culos\u00a0<strong><em>Corpo, Preto, Surdo: N\u00f3s Estamos<\/em><\/strong><em>\u00a0<strong>Aqui<\/strong><\/em>, vencedor\u00a0do Festival Cenas Curtas 2023 e\u00a0<strong><em>O Estrangeiro reloaded<\/em><\/strong>, protagonizado por Guilherme Leme, com dire\u00e7\u00e3o da Vera Holtz, al\u00e9m do premiado \u201c<strong>Tebas Land<\/strong>\u201d. Com dramaturgia do uruguaio Sergio Blanco, e dire\u00e7\u00e3o de Victor Garcia Peralta, a pe\u00e7a \u00e9 uma autofic\u00e7\u00e3o que acompanha os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a hist\u00f3ria do crime. A montagem \u00e9 vencedora de diversos pr\u00eamios como Shell de Melhor Ator (Otto Jr.), Botequim Cultural de Melhor ator: (Robson Torinni), Melhor diretor: (Victor Garcia Peralta), Melhor espet\u00e1culo, o Pr\u00eamio Cenym\u00a0de melhor montagem brasileira,\u00a0al\u00e9m de receber diversas outras indica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os destaques da programa\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>cinema\u00a0<\/em>ser\u00e3o os filmes de\u00a0<strong>Michel Khleifi\u00a0<\/strong>(Palestina),\u00a0<strong>Hanna Polak\u00a0<\/strong>(Pol\u00f4nia),\u00a0<strong>Maria Saakyan\u00a0<\/strong>(Arm\u00eania),\u00a0<strong>Djibril Diop Mamb\u00e9ty\u00a0<\/strong>(Senegal),\u00a0<strong>Forough Farrokhzad\u00a0<\/strong>(Ir\u00e3),\u00a0<strong>Lionel Rogosin\u00a0<\/strong>(Estados Unidos),\u00a0<strong>Avi\u00a0Mograbi<\/strong>\u00a0(Israel), entre outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Programa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O primeiro dia do 13\u00ba Festival Artes Vertentes<strong>, 19 de setembro,\u00a0<\/strong>contar\u00e1 com uma ampla programa\u00e7\u00e3o, incluindo a abertura de quatro exposi\u00e7\u00f5es, \u00e0s 17h, em diferentes espa\u00e7os da cidade hist\u00f3rica. O\u00a0<strong>Centro Cultural Yves Alves<\/strong>\u00a0receber\u00e1 duas dessas exposi\u00e7\u00f5es: \u201c<strong>Leonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Alcino Fernandes: Voc\u00ea disse que sabia amar<\/strong>\u201d.\u00a0Com curadoria de Ricardo Resende e Luiz Gustavo Carvalho,\u00a0\u201cLeonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor\u201d\u00a0re\u00fane desenhos, pintura, objetos e instala\u00e7\u00f5es do artista. Durante a sua trajet\u00f3ria, Leonilson explorou temas distintos, com os \u00faltimos dez anos de produ\u00e7\u00e3o marcados por uma obra com forte cunho autobiogr\u00e1fico. Em suas obras, o artista percorre o limiar entre o dito e o silenciado, dialogando seu fazer art\u00edstico com suas viv\u00eancias enquanto soropositivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 \u201cAlcino Fernandes: Voc\u00ea disse que sabia amar\u201d\u00a0\u00e9 fruto do desejo do Festival Artes Vertentes de ressaltar tamb\u00e9m o impacto de Leonilson no universo criativo de diferentes artistas contempor\u00e2neos, propondo um di\u00e1logo entre a obra de um dos maiores nomes da arte brasileira do s\u00e9culo XX e a produ\u00e7\u00e3o de outros artistas que estar\u00e3o presentes no Festival. \u00c9 o caso de Fernandes, que<strong>\u00a0<\/strong>ser\u00e1 um dos artistas residentes desta 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Com uma produ\u00e7\u00e3o que explora fric\u00e7\u00f5es entre viol\u00eancia-sutileza e densidade-vazio, Alcino atravessa a dor como of\u00edcio de mem\u00f3ria e esquecimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Quatro Cantos Espa\u00e7o Cultural\u00a0<\/strong>receber\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0\u201cSil\u00eancios dos ex\u00edlios\u201d.<\/strong>\u00a0Entrela\u00e7ando a escrita e a fotografia, a exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos produzidos pela poeta\u00a0<strong>Marina Skalova<\/strong>\u00a0e a fot\u00f3grafa\u00a0<strong>Nad\u00e8ge Abadie.\u00a0<\/strong>As obras<strong>\u00a0<\/strong>questionam a migra\u00e7\u00e3o por meio da linguagem e da imagem atrav\u00e9s de um trabalho delicado desenvolvido entre os anos de 2016 e 2019, envolvendo a participa\u00e7\u00e3o de quase cem imigrantes. J\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o coletiva<strong>\u00a0\u201cGente que somos&#8230; apenas gente\u201d\u00a0<\/strong>ocupa a<strong>\u00a0Galeria IPHA<\/strong><strong>N\u00a0<\/strong>reunindo trabalhos realizados pelos\u00a0<strong>alunos e alunas da A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes<\/strong>, que o Festival realiza ao longo do ano na cidade de Tiradentes. Ser\u00e3o apresentados os trabalhos dos alunos dos cursos de Artes Visuais, Fotografia e Cer\u00e2mica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda no primeiro dia,\u00a0<strong>a abertura oficial do 13\u00ba Festival Artes Vertentes\u00a0<\/strong>est\u00e1 marcada para as\u00a0 18h30<strong>, no Centro Cultural Yves Alves<\/strong>. A cerim\u00f4nia contar\u00e1 com a\u00a0<strong>exibi\u00e7\u00e3o da videoarte Gente, realizada pelos participantes da A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes e apresenta\u00e7\u00e3o do Coro VivAvoz e do coro Vozes da APAE<\/strong>. Desde 2013, o Festival Artes Vertentes vai al\u00e9m dos onze dias da programa\u00e7\u00e3o de cada edi\u00e7\u00e3o. De fevereiro ao in\u00edcio de dezembro, ele promove a A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes, oferecendo gratuitamente a crian\u00e7as, adolescentes e adultos de Tiradentes cursos de m\u00fasica, artes visuais, cer\u00e2mica e fotografia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Concluindo a programa\u00e7\u00e3o de abertura,\u00a0<strong>\u00e0s 21h, no Largo de Sant\u2019Ana,\u00a0<\/strong>o p\u00fablico \u00e9 convidado para o concerto<strong>\u00a0\u201cNo rastro de Catarina\u201d<\/strong><em>,<\/em>\u00a0com a cantora, compositora, instrumentista, escritora, sonoplasta e diretora musical,\u00a0<strong>C\u00e1tia de Fran\u00e7a<\/strong>. O repert\u00f3rio contempla as can\u00e7\u00f5es que fazem parte do quinto disco de est\u00fadio da paraibana, que possui uma vasta trajet\u00f3ria musical pautada pela evolu\u00e7\u00e3o de ritmos, experimenta\u00e7\u00f5es e parcerias com artistas como Z\u00e9 Ramalho, Dominguinhos, Sivuca, Lulu Santos, Chico C\u00e9sar, Elba Ramalho e Bezerra da Silva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia\u00a0<strong>20 de setembro, \u00e0s 17h30,\u00a0<\/strong>o violoncelista franc\u00eas<strong>\u00a0Guillaume Martign\u00e9\u00a0<\/strong>se apresenta na\u00a0<strong>Igreja Nossa Senhora da Penha de Fran\u00e7a<\/strong>, no distrito de Bichinho. No repert\u00f3rio do concerto, obras de Johann Sebastian Bach, Gaspar Cassad\u00f3 e Gilberto Paganini. \u00c0s 19h, o\u00a0<strong>Jardim do Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>exibe\u00a0<strong>\u201cA pequena vendedora de Sol\u201d,\u00a0<\/strong>uma das obras-primas do mestre senegal\u00eas\u00a0<strong>Djibril Diop Mamb\u00e9ty.<\/strong>\u00a0 Al\u00e9m dessa exibi\u00e7\u00e3o, o m\u00e9dia (45 min.) poder\u00e1 ser visto gratuitamente em mais quatro sess\u00f5es, nos dias 24 e 25 de setembro, ter\u00e7a e quarta-feira respectivamente, 10h e \u00e0s 16h, no Centro Cultural Yves Alves.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 \u00e0s 20h, o Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>ser\u00e1 palco<strong>\u00a0do<\/strong>\u00a0<strong>espet\u00e1culo \u201cCorpo, Preto, Surdo: N\u00f3s Estamos<\/strong>\u00a0<strong>Aqui\u201d<\/strong>, vencedor\u00a0do Festival Cenas Curtas 2023, promovido pelo Galp\u00e3o Cine Horto, abordando a experi\u00eancia de pessoas surdas e ouvintes negras e traz \u00e0 tona quest\u00f5es essenciais de inclus\u00e3o e diversidade nas artes. A montagem tem dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Carlandreia Ribeiro<\/strong>, com texto escrito por ela em parceria com\u00a0<strong>Marcos Andrade<\/strong>, e dire\u00e7\u00e3o de texto em Libras por\u00a0<strong>Dinalva Andrade<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O Ciclo de Ideias\u00a0<\/strong>abre a programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0do dia 21 de setembro,\u00a0<\/strong><strong>\u00e0s 11h, no Jardim do IPHAN<\/strong>, promovendo uma conversa sobre formas de educa\u00e7\u00e3o fora das paredes escolares com a participa\u00e7\u00e3o d<strong>e\u00a0V\u00f3 Geralda,\u00a0<\/strong>autora do livro<strong>\u00a0\u201cA porta aberta do sert\u00e3o: hist\u00f3rias de V\u00f3 Geralda\u201d,\u00a0<\/strong>da educadora e lideran\u00e7a ind\u00edgena<strong>\u00a0Dona Li\u00e7a Pataxoop e Isabela Nogueira.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1\u00a0<strong>\u00e0s 15h,\u00a0<\/strong>ser\u00e1 inaugurada\u00a0<strong>a exposi\u00e7\u00e3o \u201cA linha invis\u00edvel\u201d no Solar da Baronesa, em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei.<\/strong>\u00a0A exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos assinados por tr\u00eas artistas contempor\u00e2neos: o fot\u00f3grafo mexicano\u00a0<strong>Alejandro Cartagena<\/strong>, o videoartista mineiro\u00a0<strong>\u00c9der Santos<\/strong>\u00a0e o poeta palestino\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>.\u00a0<strong>\u00a0<\/strong>As obras selecionadas tratam sobre os limites geogr\u00e1ficos impostos pela sociedade, que s\u00e3o capazes de restringir ou delimitar a extens\u00e3o do nosso olhar e alterar a nossa percep\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao outro.\u00a0<strong>Com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, a exposi\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 em cartaz entre os dias 21 de setembro a 13 de outubro.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c0s 16h, o\u00a0Centro Cultural UFSJ\u00a0<\/strong>tamb\u00e9m receber\u00e1<strong>\u00a0o lan\u00e7amento de \u201cFalta de ar\u201d, livro da\u00a0<\/strong><strong>poeta\u00a0<\/strong>franco-alem\u00e3 de origem russa\u00a0<strong>Marina Skalova.\u00a0<\/strong>A atividade<strong>\u00a0<\/strong>ir\u00e1 contar com a participa\u00e7\u00e3o da autora, que far\u00e1 algumas leituras de pe\u00e7as da obra, acompanhada pela violinista portuguesa Sofia Leandro e pelo percussionista Bruno Santos. Em paralelo, tamb\u00e9m \u00e0s 16h,<strong>\u00a0o Centro Cultural Yves Alves abre a programa\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica\u00a0<\/strong>do Artes Vertentes com a exibi\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0<\/strong>de\u00a0<strong>\u201cA paix\u00e3o de JL\u201d, com dire\u00e7\u00e3o de Carlos Nader<\/strong>. O document\u00e1rio traz um recorte do cotidiano de Leonilson com base em um di\u00e1rio em fitas cassete, nas quais ele gravou pensamentos, mem\u00f3rias e coment\u00e1rios sobre acontecimentos da \u00e9poca, sua rela\u00e7\u00e3o com o trabalho e o impacto causado pelo diagn\u00f3stico de HIV.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 18h45, Casa Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>exibe o filme\u00a0<strong>\u201cEssa n\u00e3o sou eu\u201d, drama russo\/arm\u00eanio de Maria Saakyan<\/strong>, um retrato de duas gera\u00e7\u00f5es de mulheres. Uma, diretora de um coral de prest\u00edgio internacional. A outra, sua filha, perdida entre a solid\u00e3o e a tecnologia e experimentando os primeiros extremos da emo\u00e7\u00e3o adolescentes.\u00a0<strong>F<\/strong>echando a programa\u00e7\u00e3o do dia\u00a0<strong>21 de setembro, \u00e0s 20h30, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista,\u00a0<\/strong>em Tiradentes, recebe\u00a0<strong>o concerto \u201cSchubertiade Ernestiana I\u201d<\/strong>, com obras de Schubert e Lobo. Participam do concerto, os musicistas:\u00a0<strong>Neto Bellotto\u00a0<\/strong>(contrabaixo),\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o do dia<strong>\u00a022 de setembro\u00a0<\/strong>ter\u00e1 in\u00edcio<strong>\u00a0\u00e0s 10h com um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio no S\u00edtio Serra Azul, na zona rural de Tiradentes,\u00a0<\/strong>com a participa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0de V\u00f3 Geralda<\/strong>, que celebra o lan\u00e7amento do livro \u201cA porta aberta do sert\u00e3o: hist\u00f3rias da V\u00f3 Geralda\u201d (Relic\u00e1rio, 2024 e Rosana Nascimento. Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 12h,\u00a0<\/strong>o p\u00fablico ter\u00e1 a oportunidade de conferir,<strong>\u00a0na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, o concerto \u201cLudus tonalis\u201d<\/strong>, reunindo obras de Bach, Hindemith, Beethoven e Mozart. As pe\u00e7as ser\u00e3o executadas por\u00a0<strong>F\u00e1bio Ogata<\/strong>\u00a0(trompa),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 as 15h, o Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>exibe o<strong>\u00a0filme<\/strong>\u00a0<strong>\u201cRela\u00e7\u00f5es de classe\u201d, do duo Dani\u00e8lle Huillet e Jean-Marie Straub<\/strong>, dois dos maiores nomes da hist\u00f3ria do cinema de autor.\u00a0<strong>Mais um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio ser\u00e1 realizado, \u00e0s 16h, na Taberna d\u2019Omar, com o escritor cabo-verdiano Joaquim Arena<\/strong>, vencedor do Pr\u00eamio Oceanos 2023 na categoria prosa pelo livro \u201cSir\u00edaco e Mister Charles\u201d. O premiado livro do autor caboverdiano acompanha a hist\u00f3ria da improv\u00e1vel amizade entre o jovem Charles Darwin e Sir\u00edaco, um velho negro, ex-escravizado, que sofre de vitiligo. Sobrevoando os territ\u00f3rios da Hist\u00f3ria e da imagina\u00e7\u00e3o, este \u00e9 um romance sobre cumplicidade, ra\u00e7a, racismo, imp\u00e9rio e mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dois concertos fecham a programa\u00e7\u00e3o do dia 22 de setembro.\u00a0<strong>\u00c0s 17h30, o concerto \u201cAo p\u00f4r do sol<em>\u201d<\/em>,\u00a0<\/strong>ir\u00e1 ocorrer ao ar livre<strong>, no Largo de Sant\u2019Ana<\/strong>, apresentando obras de<strong>\u00a0<\/strong>Rebecca<strong>\u00a0<\/strong>Clarke, Schubert, Schnittke, interpretadas por\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>Adolfo Cabrerizo<\/strong>\u00a0(fagote),\u00a0<strong>F\u00e1bio Ogata<\/strong>\u00a0(trompa),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello) e\u00a0<strong>Neto Bellotto\u00a0<\/strong>(contrabaixo). Mais tarde,\u00a0<strong>\u00e0s 20h30, o Jardim do Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>ser\u00e1 palco do<strong>\u00a0concerto \u201cFragmentos kafkianos\u201d<\/strong><em>,\u00a0<\/em>que celebra o repert\u00f3rio de<em>\u00a0<\/em>Kurt\u00e1g, um compositor h\u00fangaro (ainda vivo), com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Manuela Freua<\/strong>\u00a0(soprano) e\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino). A apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma homenagem \u00e0 efem\u00e9ride de Kafka, que se estende por 2024, bem como os impulsos trazidos por meio de sua obra, evocando reflex\u00f5es acerca da alteridade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um fim de semana intenso, a programa\u00e7\u00e3o do 13\u00ba Festival Artes Vertentes segue em pleno vapor ao longo de toda a semana. A programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0do dia 23 de setembro\u00a0<\/strong>inclui a realiza\u00e7\u00e3o de dois concertos. O primeiro deles, \u201c<strong>Schubertiade Ernestiana II\u201d,\u00a0<\/strong>ser\u00e1 no formato did\u00e1tico, e receber\u00e1 alunos das escolas de Tiradentes<strong>.\u00a0<\/strong>A atividade est\u00e1 marcada para \u00e0s 15h30,<strong>\u00a0na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista<\/strong>, reunindo pe\u00e7as de Schubert, ao lado de brasileiros, como Ernesto Nazareth, Radam\u00e9s Gnatalli, Tia Am\u00e9lia, Chiquinha Gonzaga, Henrique Alves de Mesquita e Francisco Mignone, interpretadas por\u00a0<strong>Cristian Budu<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O segundo concerto do dia,\u00a0<strong>\u201cA flor da pele\u201d,\u00a0<\/strong>d\u00e1 continuidade ao di\u00e1logo entre a erudito e o popular e<strong>\u00a0<\/strong>ir\u00e1 retratar a m\u00fasica de diversos compositores que foram perseguidos e tiveram suas composi\u00e7\u00f5es proibidas por diversas ditaduras ao redor do mundo. A apresenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para come\u00e7ar<strong>\u00a0\u00e0s 18h, tamb\u00e9m na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.<\/strong>\u00a0No repert\u00f3rio, obras de Messiaen, Guarany, Nascimento, G\u00e1l, Berg, Vasques Dias, Taiguara, Buarque. A execu\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 por conta de\u00a0<strong>Manuela Freua<\/strong>\u00a0(soprano),\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Bruno Santos<\/strong>\u00a0(percuss\u00e3o).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fechando o dia 23,\u00a0<strong>o cinema russo\u00a0<\/strong>\u00e9 destaque com a exibi\u00e7\u00e3o do longa<strong>\u00a0\u201cAlgo melhor por vir\u201d, de Hanna Polak, \u00e0s 20h, no Jardim do Museu Padre Toledo<\/strong>. O filme acompanha Julia, que tem um sonho: ter uma vida normal. Durante 14 anos, a diretora Hanna Polak acompanha a vida de Iulia no territ\u00f3rio proibido da Svalka, um lix\u00e3o localizado a apenas 20 quil\u00f4metros do Kremlin, na R\u00fassia de Vladimir Putin.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia\u00a0<strong>24 de setembro, \u00e0s 17 horas, o Ciclo de Ideias<\/strong>\u00a0\u201c<strong>A arte do expurgo ou da fraternidade &#8211; Leonilson e a contemporaneidade\u201d<\/strong>, recebe\u00a0<strong>o escritor Ricardo Domeneck e o artista visual Alcino Fernandes<\/strong>, para uma conversa acerca da obra de Leonilson. Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 19h,<\/strong>\u00a0<strong>o Festival Artes Vertentes exibe\u00a0<\/strong><strong>no Jardim do Museu Padre Toledo<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>o \u00fanico filme dirigido pela pioneira poeta iraniana feminista\u00a0<strong>Forough Farrokhzad: o document\u00e1rio \u201cA casa \u00e9 escura\u201d.\u00a0<\/strong>No curta-metragem, Farrokhzad encontra uma gra\u00e7a inesperada onde poucos pensariam em olhar: uma col\u00f4nia de leprosos cujos habitantes vivem, amam, aprendem, brincam em uma comunidade independente isolada do resto do mundo. Encerrando o dia,\u00a0<strong>\u00e0s 19h30, o concerto \u201cA alguns cent\u00edmetros do ch\u00e3o: Hommage \u00e0 Robert Schumann\u201d<\/strong>\u00a0apresenta uma colet\u00e2nea de obras de R. Schumann, Clara Schumann e Kurt\u00e1g. As pe\u00e7as ser\u00e3o executadas por\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko\u00a0<\/strong>(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano). A apresenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 na<strong>\u00a0Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 no dia<strong>\u00a025 de setembro,\u00a0<\/strong>literatura e cinema de encontram\u00a0<strong>no Jardim do Museu Padre Toledo, \u00e0s 19h,<\/strong>\u00a0com a\u00a0<strong>performance liter\u00e1ria \u201cLeite negro\u201d e a exibi\u00e7\u00e3o de videopoemas do<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong>poeta palestino Ghayath Almadhoun<\/strong>. Traduzido para in\u00fameras l\u00ednguas, a obra de Ghayath traz como tem\u00e1ticas principais a guerra e a destrui\u00e7\u00e3o, a morte e a luta, o ex\u00edlio e a saudade de casa. No mesmo dia,\u00a0<strong>\u00e0s 20h, na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista,\u00a0<\/strong>o Festival Artes Vertentes recebe um dos grandes destaques desta edi\u00e7\u00e3o: um solo com o pianista japon\u00eas\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>, presen\u00e7a in\u00e9dita no festival. Ele ir\u00e1 interpretar obras de Chopin e S. Rachmaninov, dois compositores que possuem uma rela\u00e7\u00e3o muito forte com o ex\u00edlio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Abrindo a programa\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>dia 26 de setembro<\/strong>,\u00a0um nome incontorn\u00e1vel quando se pensa na quest\u00e3o da Alteridade, tema proposto para esta edi\u00e7\u00e3o volta ao Festival Artes Vertentes:\u00a0<strong>Ailton Krenak<\/strong>. Ele participar\u00e1, de maneira virtual, de uma mesa redonda com\u00a0<strong>Joaquim Arena, \u00e0s 16h30, no Centro Cultural Yves Alves.\u00a0<\/strong>Na sequ\u00eancia<strong>,\u00a0<\/strong><strong>\u00e0s 18h, o poeta Ricardo Domeneck\u00a0<\/strong>apresenta o livro<strong>\u00a0\u201cCabe\u00e7a de galinha no ch\u00e3o de cimento\u201d, nas galerias do Centro Cultural Yves Alves<\/strong>. Na ocasi\u00e3o, o convidado realizar\u00e1 a leitura de poemas do livro e de textos criados durante o processo criativo em di\u00e1logo com a exposi\u00e7\u00e3o \u201cLeonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Duas apresenta\u00e7\u00f5es musicais fecham a agenda do dia, entre o erudito e o popular.\u00a0<strong>\u00c0s 19h30, na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, o concerto \u201cSchubertiade Ernestiana III<\/strong>\u201d re\u00fane os m\u00fasicos\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano), na interpreta\u00e7\u00e3o de obras assinadas por Schubert, Nazareth, Otaka, Rachmaninov e Ginastera. Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 21h, o Largo de Sant\u2019Ana,\u00a0<\/strong>recebe uma apresenta\u00e7\u00e3o gratuita do\u00a0<strong>Met\u00e1 Met\u00e1,\u00a0<\/strong>trio formado pelos virtuoses<strong>\u00a0Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong>,\u00a0<strong>Kiko Dinucci<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Thiago Fran\u00e7a<\/strong>. O grupo une elementos do jazz e rock, da m\u00fasica brasileira e africana, com sonoridades e ritmos \u00fanicos, entrela\u00e7ados pelos encontros de diversas culturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia seguinte,\u00a0<strong>27 de setembro, \u00e0s 11h, a poeta russa Egana Djabbarova e poeta palestino Ghayath Almadhoun participam de um Ciclo de Ideias nos jardins do IPHAN<\/strong>, numa conversa sobre ex\u00edlio pol\u00edtico com medi\u00e7\u00e3o de Svetlana Ruseishvili, pesquisadora\u00a0transdiasp\u00f3rica\u00a0(Ge\u00f3rgia &#8211; Ucr\u00e2nia &#8211; R\u00fassia) e professora de sociologia na Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar).\u00a0<strong>Os jardins do IPHAN tamb\u00e9m recebem um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio \u00e0s 16h30, com a aclamada poeta israelense<\/strong>\u00a0<strong>Tal Nitz\u00e1n<\/strong>, que lan\u00e7a seu romance de estreia<strong><em>\u00a0Todas as crian\u00e7as do mundo (editora Ars et Vita),\u00a0<\/em><\/strong>que narra a hist\u00f3ria delicada de quatro protagonistas humanos e uma gata, em meio \u00e0 viol\u00eancia arbitr\u00e1ria da vida urbana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 18h, o concerto \u201cNotas do c\u00e1rcere<\/strong>\u201d, re\u00fane um repert\u00f3rio assinado por compositores que foram presos durante os per\u00edodos de ditadura,\u00a0<strong>na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista<\/strong>. No repert\u00f3rio, composi\u00e7\u00f5es assinadas por Bach, Beethoven, Schubert, Erik Satie, Chiquinha Gonzaga e Freitas. Os musicistas convidados s\u00e3o:\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson\u00a0<\/strong>(piano),<em>\u00a0<\/em><strong>Hercules Gomes<\/strong>\u00a0(piano)<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano). Fechando a programa\u00e7\u00e3o do dia,\u00a0<strong>o Centro Cultural Yves Alves recebe o espet\u00e1culo\u00a0<\/strong><strong>\u201cTebas Land\u201d, \u00e0s 20h,<\/strong>\u00a0com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Victor Garcia Peralta<\/strong>. A pe\u00e7a narra os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em contar sua hist\u00f3ria. Inspirado no mito de \u00c9dipo e na vida de S\u00e3o Martinho de Tours, o espet\u00e1culo ocorre na quadra de basquete de uma pris\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O s\u00e1bado<strong>, 28 de setembro,\u00a0<\/strong>abre sua programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0\u00e0s 11h, com<\/strong>\u00a0<strong>um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio com o pianista Hercules Gomes e o jornalista, escritor e tradutor Irineu Franco Perp\u00e9tuo na Taberna d&#8217;Omar<\/strong>. Criativo representante da tradi\u00e7\u00e3o do pianista-compositor, com amplo tr\u00e2nsito no repert\u00f3rio erudito e popular, Hercules Gomes falar\u00e1 da dilui\u00e7\u00e3o das fronteiras dos g\u00eaneros na m\u00fasica em conversa com Irineu Franco Perpetuo, autor do livro Hist\u00f3ria Concisa da M\u00fasica Cl\u00e1ssica Brasileira (Alameda Editora). J\u00e1 \u00e0s\u00a0<strong>16h, mais um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio \u00e9 destaque, na Taberna d\u2019Omar, com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a0<\/strong><strong>Egana Djabbarova, Marina Skalova, Maria Vragova e Prisca Agustoni.<\/strong>\u00a0Na conversa ser\u00e3o abordadas quest\u00f5es de autotradu\u00e7\u00e3o e tradu\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a Marina Skalova e Prisca Agustoni se autotraduzem de v\u00e1rias l\u00ednguas e Maria Vragova traduz de russo para portugu\u00eas e vice-versa. Mais uma atra\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria integra a agenda do dia,\u00a0<strong>\u00e0s 18h, no Jardim do Centro Cultural Yves Alves: \u201c<\/strong><strong>O que voc\u00eas t\u00eam a dizer?\u201d, uma<\/strong>\u00a0<strong>performance liter\u00e1ria com as poetas\u00a0Prisca Agustoni e Egana Djabbarova.\u00a0<\/strong>Na ocasi\u00e3o, Djabbarova lan\u00e7a pela primeira vez no Brasil o seu livro de poesia \u201cRus bala\u201d (Ars et Vita, 2024).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As artes c\u00eanicas e a m\u00fasica s\u00e3o destaque na programa\u00e7\u00e3o noturna do dia 28.\u00a0<strong>O Centro Cultural Yves Alves ser\u00e1 palco, \u00e0s 19h, da montagem \u201cO Estrangeiro reloaded\u201d,<\/strong>\u00a0uma adapta\u00e7\u00e3o do cl\u00e1ssico livro de Albert Camus (1913-1960), Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1957, protagonizada pelo ator e diretor\u00a0<strong>Guilherme Leme<\/strong>, com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Vera Holtz<\/strong>. Meursault, o personagem central de \u201cO Estrangeiro\u201d, leva uma vida banal, at\u00e9 ser arrastado pela correnteza da vida e da hist\u00f3ria, numa narrativa que tem como ponto central o absurdo. Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 20h30, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista recebe o concerto \u201cAp\u00f3s um sonho<em>\u201d<\/em><\/strong>, que reunir\u00e1 obras de Haydn, Faur\u00e9, Piazzolla e Shostakovich, com a participa\u00e7\u00e3o dos musicistas\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O \u00faltimo dia de Festival Artes Vertentes<strong>, 29 de setembro,\u00a0<\/strong>conta com uma programa\u00e7\u00e3o intensa e diversa. Come\u00e7ando\u00a0<strong>\u00e0s 11h,\u00a0<\/strong><strong>o Centro Cultural UFSJ, com uma apresenta\u00e7\u00e3o do m\u00fasico Hercules Gomes<\/strong>, que integra a s\u00e9rie\u00a0<strong>Artes Vertentes solo<\/strong>. No repert\u00f3rio, uma s\u00e9rie de composi\u00e7\u00f5es autorais, al\u00e9m de obras assinadas por nomes que integram a sua trajet\u00f3ria na m\u00fasica.\u00a0Encerrando a programa\u00e7\u00e3o de cinema do Festival Artes Vertentes,\u00a0<strong>o dia 29 conta com uma sess\u00e3o especial dupla no Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>que mergulha no conflito \u00e1rabe-palestino em seus aspectos humanos e culturais.\u00a0<strong>\u00c0s 14h, ser\u00e1 exibido \u201cCasamentos proibidos na Terra Santa\u201d, document\u00e1rio de Michel Khleifi<\/strong>\u00a0que examina v\u00e1rios tipos de casamentos mistos entre \u00e1rabes e judeus na Palestina e em Israel abrangendo diferentes gera\u00e7\u00f5es e classes sociais, mostrando o lado humano de um aspecto do conflito \u00e1rabe-israelense.\u00a0<strong>Na sequ\u00eancia, \u00e0s 15h15, o Festival exibe \u201cDi\u00e1logo \u00e1rabe israelense\u201d, de Lionel Rogosin.<\/strong>\u00a0O document\u00e1rio foi filmado no por\u00e3o do Bleecker Street Cinema, cinema de arte fundado pelo diretor Lionel Rogosin em 1960. Durante dois dias, em setembro de 1973, o poeta palestino Rashed Hussein e o escritor israelense Amos Kenan buscam o di\u00e1logo como forma de encontrar uma poss\u00edvel solu\u00e7\u00e3o para o conflito intermin\u00e1vel. A sess\u00e3o dupla de cinema ser\u00e1 acompanhada pelo debate\u00a0<strong>Di\u00e1logo \u00e1rabe israelense<\/strong>, com os curadores de cinema,\u00a0<strong>Aaron Cutler e Mariana Shellard<\/strong>\u00a0e poeta palestino\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>,\u00a0<strong>\u00e0s 16h, tamb\u00e9m no Centro Cultural Yves Alves.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O escritor e neurocientista\u00a0<strong>Sidarta Ribeiro participa do Caf\u00e9 Liter\u00e1rio, \u00e0s 17h30, na Taberna d&#8217;Omar<\/strong>, numa conversa a partir do livro \u201cSonho Manifesto\u201d (Companhia das Letras, 2022).\u00a0<strong>Sidarta\u00a0<\/strong>estar\u00e1 pela primeira vez na programa\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes<strong>. O concerto \u201cO c\u00edrculo m\u00e1gico\u201d fecha a programa\u00e7\u00e3o do 13\u00ba Festival Artes Vertentes, \u00e0s 20h, na\u00a0<\/strong><strong>Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.\u00a0<\/strong>Com obras de<em>\u00a0<\/em>Enescu, Milhaud, Dukas e Falla, trata-se de um concerto com car\u00e1ter festivo, que explora uma reflex\u00e3o sobre o encontro com o incompreens\u00edvel, resumindo a experi\u00eancia vivida pelo p\u00fablico e pelos artistas ao longo da programa\u00e7\u00e3o. Para esta miss\u00e3o, foram escalados:\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20% dos ingressos da programa\u00e7\u00e3o musical e de artes c\u00eanicas do Festival Artes Vertentes ser\u00e1 reservada para distribui\u00e7\u00e3o gratuita entre estudantes e professores universit\u00e1rios. Os ingressos poder\u00e3o ser retirados no dia de cada evento mediante apresenta\u00e7\u00e3o de comprovante. A distribui\u00e7\u00e3o dos ingressos termina meia hora antes do in\u00edcio de cada apresenta\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O 13\u00ba Festival Artes Vertentes \u00e9 realizado pela Ars et Vita e Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Festival Artes Vertentes e, \u00e9 viabilizado com recursos da Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura com o patroc\u00ednio do Ita\u00fa Unibanco e pela Lei Estadual de Incentivo \u00e0 Cultura de Minas Gerais, com patroc\u00ednio da Cemig.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sobre o Festival Artes Vertentes<\/u><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Criado em 2012 por Luiz Gustavo\u00a0Carvalho\u00a0e Maria Vragova, o Festival Artes Vertentes \u00e9 projeto realizado pela Ars et Vita e pela Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Festival Artes Vertentes. O evento vem apresentando, ininterruptamente, uma programa\u00e7\u00e3o art\u00edstica que estimula di\u00e1logos entre as mais diversas linguagens art\u00edsticas e prop\u00f5e, por meio da arte, reflex\u00f5es sobre temas de relev\u00e2ncia para a sociedade contempor\u00e2nea.\u00a0Vencedor do pr\u00eamio CONCERTO 2021 e nomeado para o pr\u00eamio internacional Classic: NEXT Innovation Award 2022, durante as \u00faltimas doze edi\u00e7\u00f5es, o Festival Artes Vertentes j\u00e1 recebeu mais de 470 artistas, origin\u00e1rios de 40 pa\u00edses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Realizado anualmente em Tiradentes (MG), o Festival Artes Vertentes,\u00a0considerado um dos eventos mais importantes do pa\u00eds na promo\u00e7\u00e3o das artes de forma integradas,\u00a0ser\u00e1 realizado entre os dias 19 e 29 de setembro.<\/em><\/p>\n<p>A 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes \u2013 Festival Internacional de Artes de Tiradentes,\u00a0reconhecido como um dos mais\u00a0importantes festivais de artes integradas do\u00a0pa\u00eds, ser\u00e1 realizada entre os dias 19 e 29 de setembro na cidade hist\u00f3rica. A programa\u00e7\u00e3o re\u00fane concertos, exposi\u00e7\u00f5es, espet\u00e1culos de artes c\u00eanicas, exibi\u00e7\u00f5es, bate-papos, resid\u00eancias art\u00edsticas, oficinas, al\u00e9m de uma s\u00e9rie de atividades voltadas para a promo\u00e7\u00e3o das artes e do conhecimento.<\/p>\n<p>O tema escolhido para nortear a programa\u00e7\u00e3o desta edi\u00e7\u00e3o ser\u00e1\u00a0<strong>Alteridade<\/strong>. A proposta \u00e9 oferecer uma programa\u00e7\u00e3o que seja capaz de promover reflex\u00f5es acerca da import\u00e2ncia de se respeitar as individualidades e a constru\u00e7\u00e3o coletiva na busca pela compreens\u00e3o das diferen\u00e7as. \u201cEstamos convictos de que reconhecer a exist\u00eancia de pessoas e culturas singulares e subjetivas, que pensam, agem e entendem o mundo de suas pr\u00f3prias maneiras \u00e9 um primeiro passo importante para a forma\u00e7\u00e3o de uma sociedade justa, equilibrada, democr\u00e1tica e tolerante. Estamos empenhados em realizar esta reflex\u00e3o de forma plural e diversificada\u201d, destaca Luiz Gustavo Carvalho, curador e diretor art\u00edstico do Festival Artes Vertentes.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de\u00a0<em>literatura<\/em>, entre as participa\u00e7\u00f5es confirmadas desta edi\u00e7\u00e3o, est\u00e3o: o l\u00edder ind\u00edgena, ambientalista, fil\u00f3sofo, poeta e escritor\u00a0<strong>Ailton Krenak<\/strong>. Tamb\u00e9m est\u00e3o confirmadas as participa\u00e7\u00f5es dos escritores e pensadores: \u00a0<strong>Sidarta Ribeiro\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Prisca Agustoni\u00a0<\/strong>(Su\u00ed\u00e7a),\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>\u00a0(Palestina),\u00a0<strong>Marina Skalova\u00a0<\/strong>(Fran\u00e7a),\u00a0<strong>Joaquim Arena\u00a0<\/strong>(Cabo Verde),\u00a0<strong>Egana Djabbarova\u00a0<\/strong>(R\u00fassia),\u00a0<strong>Tal Nitz\u00e1n<\/strong>\u00a0(Israel),\u00a0<strong>V\u00f3 Geralda\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Li\u00e7a Pataxoop\u00a0<\/strong>(Brasil),\u00a0<strong>Ricardo Domeneck<\/strong>\u00a0(Brasil), entre outras refer\u00eancias na \u00e1rea.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea\u00a0<em>musical<\/em>, entre os destaques nacionais desta edi\u00e7\u00e3o est\u00e3o:\u00a0<strong>C\u00e1tia de Fran\u00e7a<\/strong>,\u00a0<strong>Met\u00e1 Met\u00e1\u00a0<\/strong>(<strong>Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong>,\u00a0<strong>Kiko Dinucci<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Thiago Fran\u00e7a<\/strong>),\u00a0<strong>Cristian Budu<\/strong>,\u00a0<strong>Hercules Gomes<\/strong>,\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>, e<strong>\u00a0Manuela Freua<\/strong>. Entre os destaques internacionais, o violoncelista\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9\u00a0<\/strong>(Fran\u00e7a), que vem pela primeira vez ao Brasil, clarinetista<strong>\u00a0Thorsten Johanns\u00a0<\/strong>(Alemanha), a violinista\u00a0<strong>Sofia Leandro\u00a0<\/strong>(Portugal), o pianista\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki\u00a0<\/strong>(Jap\u00e3o), que tamb\u00e9m participa pela primeira vez, o pianista\u00a0<strong>Jacob Katsnelson\u00a0<\/strong>(R\u00fassia), o violinista\u00a0<strong>Ara Harutyunyan\u00a0<\/strong>(Arm\u00eania),<strong>\u00a0<\/strong>a violinista<strong>\u00a0D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(Bielor\u00fassia), e\u00a0o fagotista\u00a0<strong>Adolfo Caberizo\u00a0<\/strong>(Espanha).<\/p>\n<p>No campo das\u00a0<em>artes visuais<\/em>, o festival contar\u00e1 com apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos assinados por nomes como\u00a0<strong>Leonilson<\/strong>\u00a0(Brasil),\u00a0<strong>Alcino Fernandes\u00a0<\/strong>(Brasil), que ser\u00e1 o artista residente,\u00a0<strong>Alejandro Cartagena<\/strong>\u00a0(M\u00e9xico),\u00a0<strong>Eder Santos\u00a0<\/strong>(Brasil)<em>), entre outros.<\/em><\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o ainda conta com\u00a0<em>artes c\u00eanicas<\/em>, incluindo a apresenta\u00e7\u00e3o dos espet\u00e1culos\u00a0<strong><em>Corpo, Preto, Surdo: N\u00f3s Estamos<\/em><\/strong><em>\u00a0<strong>Aqui<\/strong><\/em>, vencedor\u00a0do Festival Cenas Curtas 2023 e\u00a0<strong><em>O Estrangeiro reloaded<\/em><\/strong>, protagonizado por Guilherme Leme, com dire\u00e7\u00e3o da Vera Holtz, al\u00e9m do premiado \u201c<strong>Tebas Land<\/strong>\u201d. Com dramaturgia do uruguaio Sergio Blanco, e dire\u00e7\u00e3o de Victor Garcia Peralta, a pe\u00e7a \u00e9 uma autofic\u00e7\u00e3o que acompanha os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a hist\u00f3ria do crime. A montagem \u00e9 vencedora de diversos pr\u00eamios como Shell de Melhor Ator (Otto Jr.), Botequim Cultural de Melhor ator: (Robson Torinni), Melhor diretor: (Victor Garcia Peralta), Melhor espet\u00e1culo, o Pr\u00eamio Cenym\u00a0de melhor montagem brasileira,\u00a0al\u00e9m de receber diversas outras indica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os destaques da programa\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>cinema\u00a0<\/em>ser\u00e3o os filmes de\u00a0<strong>Michel Khleifi\u00a0<\/strong>(Palestina),\u00a0<strong>Hanna Polak\u00a0<\/strong>(Pol\u00f4nia),\u00a0<strong>Maria Saakyan\u00a0<\/strong>(Arm\u00eania),\u00a0<strong>Djibril Diop Mamb\u00e9ty\u00a0<\/strong>(Senegal),\u00a0<strong>Forough Farrokhzad\u00a0<\/strong>(Ir\u00e3),\u00a0<strong>Lionel Rogosin\u00a0<\/strong>(Estados Unidos),\u00a0<strong>Avi\u00a0Mograbi<\/strong>\u00a0(Israel), entre outros.<\/p>\n<p><strong>Programa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro dia do 13\u00ba Festival Artes Vertentes<strong>, 19 de setembro,\u00a0<\/strong>contar\u00e1 com uma ampla programa\u00e7\u00e3o, incluindo a abertura de quatro exposi\u00e7\u00f5es, \u00e0s 17h, em diferentes espa\u00e7os da cidade hist\u00f3rica. O\u00a0<strong>Centro Cultural Yves Alves<\/strong>\u00a0receber\u00e1 duas dessas exposi\u00e7\u00f5es: \u201c<strong>Leonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Alcino Fernandes: Voc\u00ea disse que sabia amar<\/strong>\u201d.\u00a0Com curadoria de Ricardo Resende e Luiz Gustavo Carvalho,\u00a0\u201cLeonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor\u201d\u00a0re\u00fane desenhos, pintura, objetos e instala\u00e7\u00f5es do artista. Durante a sua trajet\u00f3ria, Leonilson explorou temas distintos, com os \u00faltimos dez anos de produ\u00e7\u00e3o marcados por uma obra com forte cunho autobiogr\u00e1fico. Em suas obras, o artista percorre o limiar entre o dito e o silenciado, dialogando seu fazer art\u00edstico com suas viv\u00eancias enquanto soropositivo.<\/p>\n<p>J\u00e1 \u201cAlcino Fernandes: Voc\u00ea disse que sabia amar\u201d\u00a0\u00e9 fruto do desejo do Festival Artes Vertentes de ressaltar tamb\u00e9m o impacto de Leonilson no universo criativo de diferentes artistas contempor\u00e2neos, propondo um di\u00e1logo entre a obra de um dos maiores nomes da arte brasileira do s\u00e9culo XX e a produ\u00e7\u00e3o de outros artistas que estar\u00e3o presentes no Festival. \u00c9 o caso de Fernandes, que<strong>\u00a0<\/strong>ser\u00e1 um dos artistas residentes desta 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Com uma produ\u00e7\u00e3o que explora fric\u00e7\u00f5es entre viol\u00eancia-sutileza e densidade-vazio, Alcino atravessa a dor como of\u00edcio de mem\u00f3ria e esquecimento.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Quatro Cantos Espa\u00e7o Cultural\u00a0<\/strong>receber\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0\u201cSil\u00eancios dos ex\u00edlios\u201d.<\/strong>\u00a0Entrela\u00e7ando a escrita e a fotografia, a exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos produzidos pela poeta\u00a0<strong>Marina Skalova<\/strong>\u00a0e a fot\u00f3grafa\u00a0<strong>Nad\u00e8ge Abadie.\u00a0<\/strong>As obras<strong>\u00a0<\/strong>questionam a migra\u00e7\u00e3o por meio da linguagem e da imagem atrav\u00e9s de um trabalho delicado desenvolvido entre os anos de 2016 e 2019, envolvendo a participa\u00e7\u00e3o de quase cem imigrantes. J\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o coletiva<strong>\u00a0\u201cGente que somos&#8230; apenas gente\u201d\u00a0<\/strong>ocupa a<strong>\u00a0Galeria IPHA<\/strong><strong>N\u00a0<\/strong>reunindo trabalhos realizados pelos\u00a0<strong>alunos e alunas da A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes<\/strong>, que o Festival realiza ao longo do ano na cidade de Tiradentes. Ser\u00e3o apresentados os trabalhos dos alunos dos cursos de Artes Visuais, Fotografia e Cer\u00e2mica.<\/p>\n<p>Ainda no primeiro dia,\u00a0<strong>a abertura oficial do 13\u00ba Festival Artes Vertentes\u00a0<\/strong>est\u00e1 marcada para as\u00a0 18h30<strong>, no Centro Cultural Yves Alves<\/strong>. A cerim\u00f4nia contar\u00e1 com a\u00a0<strong>exibi\u00e7\u00e3o da videoarte Gente, realizada pelos participantes da A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes e apresenta\u00e7\u00e3o do Coro VivAvoz e do coro Vozes da APAE<\/strong>. Desde 2013, o Festival Artes Vertentes vai al\u00e9m dos onze dias da programa\u00e7\u00e3o de cada edi\u00e7\u00e3o. De fevereiro ao in\u00edcio de dezembro, ele promove a A\u00e7\u00e3o Cultural Artes Vertentes, oferecendo gratuitamente a crian\u00e7as, adolescentes e adultos de Tiradentes cursos de m\u00fasica, artes visuais, cer\u00e2mica e fotografia.<\/p>\n<p>Concluindo a programa\u00e7\u00e3o de abertura,\u00a0<strong>\u00e0s 21h, no Largo de Sant\u2019Ana,\u00a0<\/strong>o p\u00fablico \u00e9 convidado para o concerto<strong>\u00a0\u201cNo rastro de Catarina\u201d<\/strong><em>,<\/em>\u00a0com a cantora, compositora, instrumentista, escritora, sonoplasta e diretora musical,\u00a0<strong>C\u00e1tia de Fran\u00e7a<\/strong>. O repert\u00f3rio contempla as can\u00e7\u00f5es que fazem parte do quinto disco de est\u00fadio da paraibana, que possui uma vasta trajet\u00f3ria musical pautada pela evolu\u00e7\u00e3o de ritmos, experimenta\u00e7\u00f5es e parcerias com artistas como Z\u00e9 Ramalho, Dominguinhos, Sivuca, Lulu Santos, Chico C\u00e9sar, Elba Ramalho e Bezerra da Silva.<\/p>\n<p>No dia\u00a0<strong>20 de setembro, \u00e0s 17h30,\u00a0<\/strong>o violoncelista franc\u00eas<strong>\u00a0Guillaume Martign\u00e9\u00a0<\/strong>se apresenta na\u00a0<strong>Igreja Nossa Senhora da Penha de Fran\u00e7a<\/strong>, no distrito de Bichinho. No repert\u00f3rio do concerto, obras de Johann Sebastian Bach, Gaspar Cassad\u00f3 e Gilberto Paganini. \u00c0s 19h, o\u00a0<strong>Jardim do Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>exibe\u00a0<strong>\u201cA pequena vendedora de Sol\u201d,\u00a0<\/strong>uma das obras-primas do mestre senegal\u00eas\u00a0<strong>Djibril Diop Mamb\u00e9ty.<\/strong>\u00a0 Al\u00e9m dessa exibi\u00e7\u00e3o, o m\u00e9dia (45 min.) poder\u00e1 ser visto gratuitamente em mais quatro sess\u00f5es, nos dias 24 e 25 de setembro, ter\u00e7a e quarta-feira respectivamente, 10h e \u00e0s 16h, no Centro Cultural Yves Alves.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 \u00e0s 20h, o Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>ser\u00e1 palco<strong>\u00a0do<\/strong>\u00a0<strong>espet\u00e1culo \u201cCorpo, Preto, Surdo: N\u00f3s Estamos<\/strong>\u00a0<strong>Aqui\u201d<\/strong>, vencedor\u00a0do Festival Cenas Curtas 2023, promovido pelo Galp\u00e3o Cine Horto, abordando a experi\u00eancia de pessoas surdas e ouvintes negras e traz \u00e0 tona quest\u00f5es essenciais de inclus\u00e3o e diversidade nas artes. A montagem tem dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Carlandreia Ribeiro<\/strong>, com texto escrito por ela em parceria com\u00a0<strong>Marcos Andrade<\/strong>, e dire\u00e7\u00e3o de texto em Libras por\u00a0<strong>Dinalva Andrade<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>O Ciclo de Ideias\u00a0<\/strong>abre a programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0do dia 21 de setembro,\u00a0<\/strong><strong>\u00e0s 11h, no Jardim do IPHAN<\/strong>, promovendo uma conversa sobre formas de educa\u00e7\u00e3o fora das paredes escolares com a participa\u00e7\u00e3o d<strong>e\u00a0V\u00f3 Geralda,\u00a0<\/strong>autora do livro<strong>\u00a0\u201cA porta aberta do sert\u00e3o: hist\u00f3rias de V\u00f3 Geralda\u201d,\u00a0<\/strong>da educadora e lideran\u00e7a ind\u00edgena<strong>\u00a0Dona Li\u00e7a Pataxoop e Isabela Nogueira.<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1\u00a0<strong>\u00e0s 15h,\u00a0<\/strong>ser\u00e1 inaugurada\u00a0<strong>a exposi\u00e7\u00e3o \u201cA linha invis\u00edvel\u201d no Solar da Baronesa, em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei.<\/strong>\u00a0A exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos assinados por tr\u00eas artistas contempor\u00e2neos: o fot\u00f3grafo mexicano\u00a0<strong>Alejandro Cartagena<\/strong>, o videoartista mineiro\u00a0<strong>\u00c9der Santos<\/strong>\u00a0e o poeta palestino\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>.\u00a0<strong>\u00a0<\/strong>As obras selecionadas tratam sobre os limites geogr\u00e1ficos impostos pela sociedade, que s\u00e3o capazes de restringir ou delimitar a extens\u00e3o do nosso olhar e alterar a nossa percep\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao outro.\u00a0<strong>Com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, a exposi\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 em cartaz entre os dias 21 de setembro a 13 de outubro.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c0s 16h, o\u00a0Centro Cultural UFSJ\u00a0<\/strong>tamb\u00e9m receber\u00e1<strong>\u00a0o lan\u00e7amento de \u201cFalta de ar\u201d, livro da\u00a0<\/strong><strong>poeta\u00a0<\/strong>franco-alem\u00e3 de origem russa\u00a0<strong>Marina Skalova.\u00a0<\/strong>A atividade<strong>\u00a0<\/strong>ir\u00e1 contar com a participa\u00e7\u00e3o da autora, que far\u00e1 algumas leituras de pe\u00e7as da obra, acompanhada pela violinista portuguesa Sofia Leandro e pelo percussionista Bruno Santos. Em paralelo, tamb\u00e9m \u00e0s 16h,<strong>\u00a0o Centro Cultural Yves Alves abre a programa\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica\u00a0<\/strong>do Artes Vertentes com a exibi\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0<\/strong>de\u00a0<strong>\u201cA paix\u00e3o de JL\u201d, com dire\u00e7\u00e3o de Carlos Nader<\/strong>. O document\u00e1rio traz um recorte do cotidiano de Leonilson com base em um di\u00e1rio em fitas cassete, nas quais ele gravou pensamentos, mem\u00f3rias e coment\u00e1rios sobre acontecimentos da \u00e9poca, sua rela\u00e7\u00e3o com o trabalho e o impacto causado pelo diagn\u00f3stico de HIV.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 18h45, Casa Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>exibe o filme\u00a0<strong>\u201cEssa n\u00e3o sou eu\u201d, drama russo\/arm\u00eanio de Maria Saakyan<\/strong>, um retrato de duas gera\u00e7\u00f5es de mulheres. Uma, diretora de um coral de prest\u00edgio internacional. A outra, sua filha, perdida entre a solid\u00e3o e a tecnologia e experimentando os primeiros extremos da emo\u00e7\u00e3o adolescentes.\u00a0<strong>F<\/strong>echando a programa\u00e7\u00e3o do dia\u00a0<strong>21 de setembro, \u00e0s 20h30, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista,\u00a0<\/strong>em Tiradentes, recebe\u00a0<strong>o concerto \u201cSchubertiade Ernestiana I\u201d<\/strong>, com obras de Schubert e Lobo. Participam do concerto, os musicistas:\u00a0<strong>Neto Bellotto\u00a0<\/strong>(contrabaixo),\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o do dia<strong>\u00a022 de setembro\u00a0<\/strong>ter\u00e1 in\u00edcio<strong>\u00a0\u00e0s 10h com um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio no S\u00edtio Serra Azul, na zona rural de Tiradentes,\u00a0<\/strong>com a participa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0de V\u00f3 Geralda<\/strong>, que celebra o lan\u00e7amento do livro \u201cA porta aberta do sert\u00e3o: hist\u00f3rias da V\u00f3 Geralda\u201d (Relic\u00e1rio, 2024 e Rosana Nascimento. Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 12h,\u00a0<\/strong>o p\u00fablico ter\u00e1 a oportunidade de conferir,<strong>\u00a0na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, o concerto \u201cLudus tonalis\u201d<\/strong>, reunindo obras de Bach, Hindemith, Beethoven e Mozart. As pe\u00e7as ser\u00e3o executadas por\u00a0<strong>F\u00e1bio Ogata<\/strong>\u00a0(trompa),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 as 15h, o Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>exibe o<strong>\u00a0filme<\/strong>\u00a0<strong>\u201cRela\u00e7\u00f5es de classe\u201d, do duo Dani\u00e8lle Huillet e Jean-Marie Straub<\/strong>, dois dos maiores nomes da hist\u00f3ria do cinema de autor.\u00a0<strong>Mais um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio ser\u00e1 realizado, \u00e0s 16h, na Taberna d\u2019Omar, com o escritor cabo-verdiano Joaquim Arena<\/strong>, vencedor do Pr\u00eamio Oceanos 2023 na categoria prosa pelo livro \u201cSir\u00edaco e Mister Charles\u201d. O premiado livro do autor caboverdiano acompanha a hist\u00f3ria da improv\u00e1vel amizade entre o jovem Charles Darwin e Sir\u00edaco, um velho negro, ex-escravizado, que sofre de vitiligo. Sobrevoando os territ\u00f3rios da Hist\u00f3ria e da imagina\u00e7\u00e3o, este \u00e9 um romance sobre cumplicidade, ra\u00e7a, racismo, imp\u00e9rio e mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Dois concertos fecham a programa\u00e7\u00e3o do dia 22 de setembro.\u00a0<strong>\u00c0s 17h30, o concerto \u201cAo p\u00f4r do sol<em>\u201d<\/em>,\u00a0<\/strong>ir\u00e1 ocorrer ao ar livre<strong>, no Largo de Sant\u2019Ana<\/strong>, apresentando obras de<strong>\u00a0<\/strong>Rebecca<strong>\u00a0<\/strong>Clarke, Schubert, Schnittke, interpretadas por\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>Adolfo Cabrerizo<\/strong>\u00a0(fagote),\u00a0<strong>F\u00e1bio Ogata<\/strong>\u00a0(trompa),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello) e\u00a0<strong>Neto Bellotto\u00a0<\/strong>(contrabaixo). Mais tarde,\u00a0<strong>\u00e0s 20h30, o Jardim do Museu Padre Toledo\u00a0<\/strong>ser\u00e1 palco do<strong>\u00a0concerto \u201cFragmentos kafkianos\u201d<\/strong><em>,\u00a0<\/em>que celebra o repert\u00f3rio de<em>\u00a0<\/em>Kurt\u00e1g, um compositor h\u00fangaro (ainda vivo), com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Manuela Freua<\/strong>\u00a0(soprano) e\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino). A apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma homenagem \u00e0 efem\u00e9ride de Kafka, que se estende por 2024, bem como os impulsos trazidos por meio de sua obra, evocando reflex\u00f5es acerca da alteridade.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um fim de semana intenso, a programa\u00e7\u00e3o do 13\u00ba Festival Artes Vertentes segue em pleno vapor ao longo de toda a semana. A programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0do dia 23 de setembro\u00a0<\/strong>inclui a realiza\u00e7\u00e3o de dois concertos. O primeiro deles, \u201c<strong>Schubertiade Ernestiana II\u201d,\u00a0<\/strong>ser\u00e1 no formato did\u00e1tico, e receber\u00e1 alunos das escolas de Tiradentes<strong>.\u00a0<\/strong>A atividade est\u00e1 marcada para \u00e0s 15h30,<strong>\u00a0na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista<\/strong>, reunindo pe\u00e7as de Schubert, ao lado de brasileiros, como Ernesto Nazareth, Radam\u00e9s Gnatalli, Tia Am\u00e9lia, Chiquinha Gonzaga, Henrique Alves de Mesquita e Francisco Mignone, interpretadas por\u00a0<strong>Cristian Budu<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano).<\/p>\n<p>O segundo concerto do dia,\u00a0<strong>\u201cA flor da pele\u201d,\u00a0<\/strong>d\u00e1 continuidade ao di\u00e1logo entre a erudito e o popular e<strong>\u00a0<\/strong>ir\u00e1 retratar a m\u00fasica de diversos compositores que foram perseguidos e tiveram suas composi\u00e7\u00f5es proibidas por diversas ditaduras ao redor do mundo. A apresenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para come\u00e7ar<strong>\u00a0\u00e0s 18h, tamb\u00e9m na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.<\/strong>\u00a0No repert\u00f3rio, obras de Messiaen, Guarany, Nascimento, G\u00e1l, Berg, Vasques Dias, Taiguara, Buarque. A execu\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 por conta de\u00a0<strong>Manuela Freua<\/strong>\u00a0(soprano),\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>Ara Harutyunyan<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Sofia Leandro<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Bruno Santos<\/strong>\u00a0(percuss\u00e3o).<\/p>\n<p>Fechando o dia 23,\u00a0<strong>o cinema russo\u00a0<\/strong>\u00e9 destaque com a exibi\u00e7\u00e3o do longa<strong>\u00a0\u201cAlgo melhor por vir\u201d, de Hanna Polak, \u00e0s 20h, no Jardim do Museu Padre Toledo<\/strong>. O filme acompanha Julia, que tem um sonho: ter uma vida normal. Durante 14 anos, a diretora Hanna Polak acompanha a vida de Iulia no territ\u00f3rio proibido da Svalka, um lix\u00e3o localizado a apenas 20 quil\u00f4metros do Kremlin, na R\u00fassia de Vladimir Putin.<\/p>\n<p>No dia\u00a0<strong>24 de setembro, \u00e0s 17 horas, o Ciclo de Ideias<\/strong>\u00a0\u201c<strong>A arte do expurgo ou da fraternidade &#8211; Leonilson e a contemporaneidade\u201d<\/strong>, recebe\u00a0<strong>o escritor Ricardo Domeneck e o artista visual Alcino Fernandes<\/strong>, para uma conversa acerca da obra de Leonilson. Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 19h,<\/strong>\u00a0<strong>o Festival Artes Vertentes exibe\u00a0<\/strong><strong>no Jardim do Museu Padre Toledo<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>o \u00fanico filme dirigido pela pioneira poeta iraniana feminista\u00a0<strong>Forough Farrokhzad: o document\u00e1rio \u201cA casa \u00e9 escura\u201d.\u00a0<\/strong>No curta-metragem, Farrokhzad encontra uma gra\u00e7a inesperada onde poucos pensariam em olhar: uma col\u00f4nia de leprosos cujos habitantes vivem, amam, aprendem, brincam em uma comunidade independente isolada do resto do mundo. Encerrando o dia,\u00a0<strong>\u00e0s 19h30, o concerto \u201cA alguns cent\u00edmetros do ch\u00e3o: Hommage \u00e0 Robert Schumann\u201d<\/strong>\u00a0apresenta uma colet\u00e2nea de obras de R. Schumann, Clara Schumann e Kurt\u00e1g. As pe\u00e7as ser\u00e3o executadas por\u00a0<strong>Thorsten Johanns<\/strong>\u00a0(clarineta),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko\u00a0<\/strong>(viola),\u00a0<strong>Guillaume Martign\u00e9<\/strong>\u00a0(cello) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano). A apresenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 na<strong>\u00a0Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 no dia<strong>\u00a025 de setembro,\u00a0<\/strong>literatura e cinema de encontram\u00a0<strong>no Jardim do Museu Padre Toledo, \u00e0s 19h,<\/strong>\u00a0com a\u00a0<strong>performance liter\u00e1ria \u201cLeite negro\u201d e a exibi\u00e7\u00e3o de videopoemas do<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong>poeta palestino Ghayath Almadhoun<\/strong>. Traduzido para in\u00fameras l\u00ednguas, a obra de Ghayath traz como tem\u00e1ticas principais a guerra e a destrui\u00e7\u00e3o, a morte e a luta, o ex\u00edlio e a saudade de casa. No mesmo dia,\u00a0<strong>\u00e0s 20h, na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista,\u00a0<\/strong>o Festival Artes Vertentes recebe um dos grandes destaques desta edi\u00e7\u00e3o: um solo com o pianista japon\u00eas\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>, presen\u00e7a in\u00e9dita no festival. Ele ir\u00e1 interpretar obras de Chopin e S. Rachmaninov, dois compositores que possuem uma rela\u00e7\u00e3o muito forte com o ex\u00edlio.<\/p>\n<p>Abrindo a programa\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>dia 26 de setembro<\/strong>,\u00a0um nome incontorn\u00e1vel quando se pensa na quest\u00e3o da Alteridade, tema proposto para esta edi\u00e7\u00e3o volta ao Festival Artes Vertentes:\u00a0<strong>Ailton Krenak<\/strong>. Ele participar\u00e1, de maneira virtual, de uma mesa redonda com\u00a0<strong>Joaquim Arena, \u00e0s 16h30, no Centro Cultural Yves Alves.\u00a0<\/strong>Na sequ\u00eancia<strong>,\u00a0<\/strong><strong>\u00e0s 18h, o poeta Ricardo Domeneck\u00a0<\/strong>apresenta o livro<strong>\u00a0\u201cCabe\u00e7a de galinha no ch\u00e3o de cimento\u201d, nas galerias do Centro Cultural Yves Alves<\/strong>. Na ocasi\u00e3o, o convidado realizar\u00e1 a leitura de poemas do livro e de textos criados durante o processo criativo em di\u00e1logo com a exposi\u00e7\u00e3o \u201cLeonilson: Na cor dos l\u00e1bios do meu amor\u201d.<\/p>\n<p>Duas apresenta\u00e7\u00f5es musicais fecham a agenda do dia, entre o erudito e o popular.\u00a0<strong>\u00c0s 19h30, na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, o concerto \u201cSchubertiade Ernestiana III<\/strong>\u201d re\u00fane os m\u00fasicos\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>Ryutaro Suzuki<\/strong>\u00a0(piano),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano) e\u00a0<strong>Gustavo Carvalho<\/strong>\u00a0(piano), na interpreta\u00e7\u00e3o de obras assinadas por Schubert, Nazareth, Otaka, Rachmaninov e Ginastera. Na sequ\u00eancia<strong>, \u00e0s 21h, o Largo de Sant\u2019Ana,\u00a0<\/strong>recebe uma apresenta\u00e7\u00e3o gratuita do\u00a0<strong>Met\u00e1 Met\u00e1,\u00a0<\/strong>trio formado pelos virtuoses<strong>\u00a0Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong>,\u00a0<strong>Kiko Dinucci<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Thiago Fran\u00e7a<\/strong>. O grupo une elementos do jazz e rock, da m\u00fasica brasileira e africana, com sonoridades e ritmos \u00fanicos, entrela\u00e7ados pelos encontros de diversas culturas.<\/p>\n<p>No dia seguinte,\u00a0<strong>27 de setembro, \u00e0s 11h, a poeta russa Egana Djabbarova e poeta palestino Ghayath Almadhoun participam de um Ciclo de Ideias nos jardins do IPHAN<\/strong>, numa conversa sobre ex\u00edlio pol\u00edtico com medi\u00e7\u00e3o de Svetlana Ruseishvili, pesquisadora\u00a0transdiasp\u00f3rica\u00a0(Ge\u00f3rgia &#8211; Ucr\u00e2nia &#8211; R\u00fassia) e professora de sociologia na Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar).\u00a0<strong>Os jardins do IPHAN tamb\u00e9m recebem um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio \u00e0s 16h30, com a aclamada poeta israelense<\/strong>\u00a0<strong>Tal Nitz\u00e1n<\/strong>, que lan\u00e7a seu romance de estreia<strong><em>\u00a0Todas as crian\u00e7as do mundo (editora Ars et Vita),\u00a0<\/em><\/strong>que narra a hist\u00f3ria delicada de quatro protagonistas humanos e uma gata, em meio \u00e0 viol\u00eancia arbitr\u00e1ria da vida urbana.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 18h, o concerto \u201cNotas do c\u00e1rcere<\/strong>\u201d, re\u00fane um repert\u00f3rio assinado por compositores que foram presos durante os per\u00edodos de ditadura,\u00a0<strong>na Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista<\/strong>. No repert\u00f3rio, composi\u00e7\u00f5es assinadas por Bach, Beethoven, Schubert, Erik Satie, Chiquinha Gonzaga e Freitas. Os musicistas convidados s\u00e3o:\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson\u00a0<\/strong>(piano),<em>\u00a0<\/em><strong>Hercules Gomes<\/strong>\u00a0(piano)<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano). Fechando a programa\u00e7\u00e3o do dia,\u00a0<strong>o Centro Cultural Yves Alves recebe o espet\u00e1culo\u00a0<\/strong><strong>\u201cTebas Land\u201d, \u00e0s 20h,<\/strong>\u00a0com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Victor Garcia Peralta<\/strong>. A pe\u00e7a narra os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em contar sua hist\u00f3ria. Inspirado no mito de \u00c9dipo e na vida de S\u00e3o Martinho de Tours, o espet\u00e1culo ocorre na quadra de basquete de uma pris\u00e3o.<\/p>\n<p>O s\u00e1bado<strong>, 28 de setembro,\u00a0<\/strong>abre sua programa\u00e7\u00e3o<strong>\u00a0\u00e0s 11h, com<\/strong>\u00a0<strong>um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio com o pianista Hercules Gomes e o jornalista, escritor e tradutor Irineu Franco Perp\u00e9tuo na Taberna d&#8217;Omar<\/strong>. Criativo representante da tradi\u00e7\u00e3o do pianista-compositor, com amplo tr\u00e2nsito no repert\u00f3rio erudito e popular, Hercules Gomes falar\u00e1 da dilui\u00e7\u00e3o das fronteiras dos g\u00eaneros na m\u00fasica em conversa com Irineu Franco Perpetuo, autor do livro Hist\u00f3ria Concisa da M\u00fasica Cl\u00e1ssica Brasileira (Alameda Editora). J\u00e1 \u00e0s\u00a0<strong>16h, mais um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio \u00e9 destaque, na Taberna d\u2019Omar, com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a0<\/strong><strong>Egana Djabbarova, Marina Skalova, Maria Vragova e Prisca Agustoni.<\/strong>\u00a0Na conversa ser\u00e3o abordadas quest\u00f5es de autotradu\u00e7\u00e3o e tradu\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a Marina Skalova e Prisca Agustoni se autotraduzem de v\u00e1rias l\u00ednguas e Maria Vragova traduz de russo para portugu\u00eas e vice-versa. Mais uma atra\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria integra a agenda do dia,\u00a0<strong>\u00e0s 18h, no Jardim do Centro Cultural Yves Alves: \u201c<\/strong><strong>O que voc\u00eas t\u00eam a dizer?\u201d, uma<\/strong>\u00a0<strong>performance liter\u00e1ria com as poetas\u00a0Prisca Agustoni e Egana Djabbarova.\u00a0<\/strong>Na ocasi\u00e3o, Djabbarova lan\u00e7a pela primeira vez no Brasil o seu livro de poesia \u201cRus bala\u201d (Ars et Vita, 2024).<\/p>\n<p>As artes c\u00eanicas e a m\u00fasica s\u00e3o destaque na programa\u00e7\u00e3o noturna do dia 28.\u00a0<strong>O Centro Cultural Yves Alves ser\u00e1 palco, \u00e0s 19h, da montagem \u201cO Estrangeiro reloaded\u201d,<\/strong>\u00a0uma adapta\u00e7\u00e3o do cl\u00e1ssico livro de Albert Camus (1913-1960), Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1957, protagonizada pelo ator e diretor\u00a0<strong>Guilherme Leme<\/strong>, com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Vera Holtz<\/strong>. Meursault, o personagem central de \u201cO Estrangeiro\u201d, leva uma vida banal, at\u00e9 ser arrastado pela correnteza da vida e da hist\u00f3ria, numa narrativa que tem como ponto central o absurdo. Na sequ\u00eancia,\u00a0<strong>\u00e0s 20h30, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista recebe o concerto \u201cAp\u00f3s um sonho<em>\u201d<\/em><\/strong>, que reunir\u00e1 obras de Haydn, Faur\u00e9, Piazzolla e Shostakovich, com a participa\u00e7\u00e3o dos musicistas\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano).<\/p>\n<p>O \u00faltimo dia de Festival Artes Vertentes<strong>, 29 de setembro,\u00a0<\/strong>conta com uma programa\u00e7\u00e3o intensa e diversa. Come\u00e7ando\u00a0<strong>\u00e0s 11h,\u00a0<\/strong><strong>o Centro Cultural UFSJ, com uma apresenta\u00e7\u00e3o do m\u00fasico Hercules Gomes<\/strong>, que integra a s\u00e9rie\u00a0<strong>Artes Vertentes solo<\/strong>. No repert\u00f3rio, uma s\u00e9rie de composi\u00e7\u00f5es autorais, al\u00e9m de obras assinadas por nomes que integram a sua trajet\u00f3ria na m\u00fasica.\u00a0Encerrando a programa\u00e7\u00e3o de cinema do Festival Artes Vertentes,\u00a0<strong>o dia 29 conta com uma sess\u00e3o especial dupla no Centro Cultural Yves Alves\u00a0<\/strong>que mergulha no conflito \u00e1rabe-palestino em seus aspectos humanos e culturais.\u00a0<strong>\u00c0s 14h, ser\u00e1 exibido \u201cCasamentos proibidos na Terra Santa\u201d, document\u00e1rio de Michel Khleifi<\/strong>\u00a0que examina v\u00e1rios tipos de casamentos mistos entre \u00e1rabes e judeus na Palestina e em Israel abrangendo diferentes gera\u00e7\u00f5es e classes sociais, mostrando o lado humano de um aspecto do conflito \u00e1rabe-israelense.\u00a0<strong>Na sequ\u00eancia, \u00e0s 15h15, o Festival exibe \u201cDi\u00e1logo \u00e1rabe israelense\u201d, de Lionel Rogosin.<\/strong>\u00a0O document\u00e1rio foi filmado no por\u00e3o do Bleecker Street Cinema, cinema de arte fundado pelo diretor Lionel Rogosin em 1960. Durante dois dias, em setembro de 1973, o poeta palestino Rashed Hussein e o escritor israelense Amos Kenan buscam o di\u00e1logo como forma de encontrar uma poss\u00edvel solu\u00e7\u00e3o para o conflito intermin\u00e1vel. A sess\u00e3o dupla de cinema ser\u00e1 acompanhada pelo debate\u00a0<strong>Di\u00e1logo \u00e1rabe israelense<\/strong>, com os curadores de cinema,\u00a0<strong>Aaron Cutler e Mariana Shellard<\/strong>\u00a0e poeta palestino\u00a0<strong>Ghayath Almadhoun<\/strong>,\u00a0<strong>\u00e0s 16h, tamb\u00e9m no Centro Cultural Yves Alves.<\/strong><\/p>\n<p>O escritor e neurocientista\u00a0<strong>Sidarta Ribeiro participa do Caf\u00e9 Liter\u00e1rio, \u00e0s 17h30, na Taberna d&#8217;Omar<\/strong>, numa conversa a partir do livro \u201cSonho Manifesto\u201d (Companhia das Letras, 2022).\u00a0<strong>Sidarta\u00a0<\/strong>estar\u00e1 pela primeira vez na programa\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes<strong>. O concerto \u201cO c\u00edrculo m\u00e1gico\u201d fecha a programa\u00e7\u00e3o do 13\u00ba Festival Artes Vertentes, \u00e0s 20h, na\u00a0<\/strong><strong>Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista.\u00a0<\/strong>Com obras de<em>\u00a0<\/em>Enescu, Milhaud, Dukas e Falla, trata-se de um concerto com car\u00e1ter festivo, que explora uma reflex\u00e3o sobre o encontro com o incompreens\u00edvel, resumindo a experi\u00eancia vivida pelo p\u00fablico e pelos artistas ao longo da programa\u00e7\u00e3o. Para esta miss\u00e3o, foram escalados:\u00a0<strong>Jes\u00fas Reina<\/strong>\u00a0(violino),\u00a0<strong>D\u00e1rya Filippenko<\/strong>\u00a0(viola),\u00a0<strong>Jacob Katsnelson<\/strong>\u00a0(piano),<em>\u00a0<\/em>e<em>\u00a0<\/em><strong>Gustavo Carvalho<\/strong><em>\u00a0<\/em>(piano).<\/p>\n<p><strong>20% dos ingressos da programa\u00e7\u00e3o musical e de artes c\u00eanicas do Festival Artes Vertentes ser\u00e1 reservada para distribui\u00e7\u00e3o gratuita entre estudantes e professores universit\u00e1rios. Os ingressos poder\u00e3o ser retirados no dia de cada evento mediante apresenta\u00e7\u00e3o de comprovante. A distribui\u00e7\u00e3o dos ingressos termina meia hora antes do in\u00edcio de cada apresenta\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>O 13\u00ba Festival Artes Vertentes \u00e9 realizado pela Ars et Vita e Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Festival Artes Vertentes e, \u00e9 viabilizado com recursos da Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura com o patroc\u00ednio do Ita\u00fa Unibanco e pela Lei Estadual de Incentivo \u00e0 Cultura de Minas Gerais, com patroc\u00ednio da Cemig.<\/p>\n<p><strong><u>Sobre o Festival Artes Vertentes<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Criado em 2012 por Luiz Gustavo\u00a0Carvalho\u00a0e Maria Vragova, o Festival Artes Vertentes \u00e9 projeto realizado pela Ars et Vita e pela Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Festival Artes Vertentes. O evento vem apresentando, ininterruptamente, uma programa\u00e7\u00e3o art\u00edstica que estimula di\u00e1logos entre as mais diversas linguagens art\u00edsticas e prop\u00f5e, por meio da arte, reflex\u00f5es sobre temas de relev\u00e2ncia para a sociedade contempor\u00e2nea.\u00a0Vencedor do pr\u00eamio CONCERTO 2021 e nomeado para o pr\u00eamio internacional Classic: NEXT Innovation Award 2022, durante as \u00faltimas doze edi\u00e7\u00f5es, o Festival Artes Vertentes j\u00e1 recebeu mais de 470 artistas, origin\u00e1rios de 40 pa\u00edses.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; 13\u00ba Festival Artes Vertentes anuncia programa\u00e7\u00e3o &#8211; 19 a 29\/09 A 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Artes Vertentes \u2013 Festival Internacional de Artes de Tiradentes,\u00a0reconhecido como um dos mais\u00a0importantes festivais de artes integradas do\u00a0pa\u00eds, ser\u00e1 realizada entre os dias 19 e 29 de setembro na cidade hist\u00f3rica. 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