{"id":7957,"date":"2019-03-08T12:30:54","date_gmt":"2019-03-08T15:30:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.folhadocomercio.com.br\/folha-do-comercio\/?p=7957"},"modified":"2024-05-10T03:01:33","modified_gmt":"2024-05-10T06:01:33","slug":"elas-fizeram-a-diferenca-na-tragedia-de-brumadinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/?p=7957","title":{"rendered":"Elas fizeram a diferen\u00e7a na trag\u00e9dia de Brumadinho"},"content":{"rendered":"<div class=\"bt_bb_wrapper\"><p style=\"font-weight: 400;\"><em><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-7959 alignright\" src=\"http:\/\/www.folhadocomercio.com.br\/folha-do-comercio\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/FERNANDA-PC-640x427.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/FERNANDA-PC-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/FERNANDA-PC-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/FERNANDA-PC-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/FERNANDA-PC-320x213.jpg 320w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/>\u00a0<\/em><em>Servidoras estaduais, de \u00e1reas diversas, representam as centenas de mulheres que ajudaram v\u00edtimas e familiares<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Durante a Confer\u00eancia Internacional de Mulheres Trabalhadoras, realizada na Dinamarca em 1910, a jornalista, professora e pol\u00edtica alem\u00e3, Clara Zetkin, prop\u00f4s que todas as mulheres do mundo se unissem, em uma mesma data, para dar voz \u00e0s suas lutas e reivindica\u00e7\u00f5es. A proposta foi aprovada por unanimidade. Assim, surgiu o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 1911.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Passados 108 anos, as\u00a0homenageadas, na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, em 2019, representam centenas de mulheres de diferentes \u00e1reas, servidoras do Estado de Minas Gerais, que atuaram na trag\u00e9dia em Brumadinho, com o rompimento da Barragem 1 da Mina do Feij\u00e3o. Cada uma delas contribuiu, de maneira especial, em todo o trabalho realizado, ajudando as v\u00edtimas e seus familiares.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Conhe\u00e7a um pouco destas mulheres, que formaram &#8211; e ainda formam &#8211; a for\u00e7a feminina em Brumadinho; j\u00e1 que muitas continuam trabalhando no local da trag\u00e9dia.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Major Karla Lessa Alvarenga Leal \u2013 Piloto do Corpo de Bombeiros<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A major Karla ficou conhecida, nacional e internacionalmente, ap\u00f3s o resgate de uma sobrevivente de Brumadinho, mostrado ao vivo por uma emissora de TV. Recebe at\u00e9 hoje mensagens via rede social de pessoas que elogiam sua postura profissional e habilidade no resgate dram\u00e1tico. \u201cAs pessoas me ligaram do Oiapoque ao Chu\u00ed\u201d, brinca. Teve\u00a0at\u00e9 o caso de uma senhora de 82 anos, do interior do Rio de Janeiro, que, ap\u00f3s ver as imagens do resgate, ligou para o batalh\u00e3o para convid\u00e1-la para almo\u00e7ar.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201c \u00c9 o meu trabalho, mas a repercuss\u00e3o e o fato de ter sido ao vivo mostrou para todos como \u00e9 importante estar no lugar e hora certos. \u00a0Isso \u00e9 muito gratificante\u201d, comenta.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Naquele dia, ela foi a primeira a chegar ao local da trag\u00e9dia, com mais cinco bombeiros. Diante da extens\u00e3o da trag\u00e9dia, n\u00e3o teve d\u00favidas e decidiu, em conjunto com os colegas, deixar o helic\u00f3ptero o mais leve poss\u00edvel para fazer o maior n\u00famero de resgates.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m do treinamento, sinergia e habilidade, a bombeiro fala que \u00e9 preciso ter medo, pois ele \u00e9 quem limita a seguran\u00e7a das v\u00edtimas e dela pr\u00f3pria. \u00a0Apesar da gravidade da trag\u00e9dia em Brumadinho, a major lembra que j\u00e1 esteve em situa\u00e7\u00f5es de risco de morte, at\u00e9 mesmo com possibilidade de pane, no momento de um resgate. \u201cN\u00e3o ter medo \u00e9 perigoso\u201d, alerta. Major Karla diz que\u00a0espera que outras mulheres n\u00e3o desistam de sonhos e busquem\u00a0realizar o que quiserem. \u201cPodemos tudo \u201c, conclui.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cA trag\u00e9dia de Brumadinho foi, com certeza, a a\u00e7\u00e3o de maior envergadura de que participei. N\u00e3o s\u00f3 pelo n\u00famero de mortos, mas tamb\u00e9m pela enorme carga emocional exigida\u201d, diz a major, piloto do Corpo de Bombeiros e primeira comandante de aeronaves do Brasil. Ingressou na corpora\u00e7\u00e3o depois de ouvir a palestra de um bombeiro cadete na UFMG, onde cursava Engenharia Qu\u00edmica. N\u00e3o teve d\u00favidas: trancou a matr\u00edcula e se inscreveu no concurso p\u00fablico para Forma\u00e7\u00e3o de Oficiais do Corpo de Bombeiros.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Nesses 20 anos, a major Karla passou por v\u00e1rios treinamentos, at\u00e9 se decidir, em 2009, se tornar piloto. Novamente se inscreveu em um concurso interno, sendo aprovada, ap\u00f3s ser submetida a testes f\u00edsicos, psicol\u00f3gicos, pr\u00e1ticos e te\u00f3ricos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Casada, diz que a maternidade ainda n\u00e3o faz falta. \u201cFoi op\u00e7\u00e3o n\u00e3o ter filhos. O meu trabalho, talvez, ficasse muito mais dif\u00edcil, por saber que em casa, al\u00e9m do marido, deixei um filho\u201d, diz, admitindo que nada \u00e9 definitivo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Sargento PM Gisele Bertucci \u2013 Pol\u00edcia Militar Rodovi\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A sargento Bertucci considera Brumadinho o pior local onde atuou, pelo n\u00famero de mortos e pela situa\u00e7\u00e3o vivida por todos. Ela chegou cerca de uma hora ap\u00f3s o rompimento da barragem e foi a respons\u00e1vel pelo cerco e bloqueio de carros nas rodovias de acesso ao local da trag\u00e9dia. Al\u00e9m disso, ficou incumbida de impedir que familiares, moradores e curiosos chegassem pr\u00f3ximo da regi\u00e3o afetada. \u201cNessa hora, as pessoas, por mais que queiram ajudar, acabam prejudicando. E podem aumentar o n\u00famero de v\u00edtimas\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O que parece ser f\u00e1cil, segundo ela, provoca rea\u00e7\u00f5es inesperadas e\u00a0mexem com o cora\u00e7\u00e3o de qualquer um. A sargento lembrou\u00a0o caso de um senhor que, apareceu pedindo para que o deixassem passar, pois precisava salvar sua fam\u00edlia. Chegou a se ajoelhar e implorar pelo amor de Deus para que o liberassem. A sargento Bertucci ressalta que, mesmo impactada\u00a0diante daquela situa\u00e7\u00e3o, tem que fazer o seu trabalho. Felizmente, depois foi informada que todos os familiares daquele senhor aflito se salvaram.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cA mulher tem mais sensibilidade do que os homens, mas, em situa\u00e7\u00f5es como a da trag\u00e9dia de Brumadinho, temos de nos manter serenas para evitar que os sentimentos aflorem, al\u00e9m do normal. Todas n\u00f3s sofremos com o impacto de trag\u00e9dias como essas\u201d. Desta forma, a 3\u00ba sargento Gisele Bertucci resumiu sua participa\u00e7\u00e3o no p\u00f3s- rompimento da barragem em Brumadinho.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cMinha \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o sempre foi Sa\u00fade, mas, desde 2016, estou no Batalh\u00e3o de Pol\u00edcia Militar Rodovi\u00e1ria\u201d, conta. Ela est\u00e1 na Pol\u00edcia Militar, desde 2009, incentivada pelo marido, tamb\u00e9m militar. \u201c Ser policial me mostrou que poderia ajudar a um grupo maior, sempre quis servir de alguma forma. Na Pol\u00edcia Militar, me encontrei\u201d, confessa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Assim como a major Karla Lessa, Bertucci tamb\u00e9m optou por n\u00e3o ter filhos. \u201cO mundo est\u00e1 muito violento e, depois de fazer parto em uma viatura, realmente vi que n\u00e3o era para mim\u201d, justifica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>Fernanda de Oliveira Costa \u2013 Policial Civil (FOTO)<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Segurar um fuzil de quase seis quilos e ficar na porta de um helic\u00f3ptero, dando apoio a\u00e9reo em opera\u00e7\u00f5es policiais e em trag\u00e9dias, como a de Brumadinho. Este tem sido o dia a dia da policial civil Fernanda\u00a0de Oliveira Costa, 36 anos, nove deles na corpora\u00e7\u00e3o. Sua rotina, nos \u00faltimos 40 dias, tem sido um revezamento com colegas, em Brumadinho, dando seguran\u00e7a a\u00e9rea aos que trabalham em terra. Muitos a chamam de os olhos da opera\u00e7\u00e3o ou observadora a\u00e9rea.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Com fun\u00e7\u00e3o totalmente operacional, Fernanda diz que sempre quis ser policial, e que, curiosamente, fez um curso de comiss\u00e1ria de voo sem imaginar que iria se\u00a0tornar uma tripulante de aeronave. \u201cMinha fun\u00e7\u00e3o \u00e9 ficar de olho no movimento no entorno dos locais onde a a\u00e7\u00e3o se desenrola\u201d, explica.\u00a0Normalmente,\u00a0s\u00e3o \u00e1reas de risco, pelo pr\u00f3prio tipo do acidente. Fernanda ressalta que \u00e9 necess\u00e1ria a conten\u00e7\u00e3o, pela Pol\u00edcia Civil, das pessoas que querem se aproximar. \u201cAtuo como seguran\u00e7a armada nessas situa\u00e7\u00f5es, onde pode haver um descontrole da popula\u00e7\u00e3o que cause tumulto. O helic\u00f3ptero \u00e9 tamb\u00e9m usado pelos bombeiros, como foi, nos resgates\u201d, destaca.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A policial tem um filho de 20 anos. Ela conta que o rapaz, por ser independente, entende os hor\u00e1rios e\u00a0as necessidades que ela tem em se ausentar. \u201cEle n\u00e3o quis seguir a carreira policial, mas escolheu a medicina, que, de alguma forma, tamb\u00e9m tem como objetivo ajudar ao pr\u00f3ximo\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>Lucin\u00e9ia Carvalhais \u2013 M\u00e9dica infectologista<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cNo momento de dor, a sensibilidade das mulheres, com certeza, acalma o cora\u00e7\u00e3o de quem est\u00e1 sofrendo\u201d, diz a m\u00e9dica infectologista Lucin\u00e9ia Carvalhais, sobre seu trabalho no IML\/Acadepol, durante o servi\u00e7o de identifica\u00e7\u00e3o das v\u00edtimas do rompimento da barragem em Brumadinho.\u00a0Ela fez parte do Grupo de Resposta R\u00e1pida da Sa\u00fade, que reuniu 95 profissionais, entre enfermeiros, m\u00e9dicos e psic\u00f3logos, que ficaram de prontid\u00e3o, acolhendo familiares das v\u00edtimas da trag\u00e9dia, inicialmente, durante tr\u00eas dias. Sem descanso.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Lucin\u00e9ia, que trabalha no Hospital Eduardo de Menezes, como infectologista, desde 1998, conta que o grupo multidisciplinar \u00e9 preparado para atender rapidamente, em casos de sinistros e ocorr\u00eancias como essas. Al\u00e9m do apoio emocional, os integrantes\u00a0foram os respons\u00e1veis pela coleta de material gen\u00e9tico para identifica\u00e7\u00e3o dos mortos. \u201cForam momentos dolorosos. N\u00e3o temos como prever qual ser\u00e1 a rea\u00e7\u00e3o das pessoas. Nesse momento, o fato de ser mulher faz com que a percep\u00e7\u00e3o de acolhimento, de abra\u00e7o, seja real\u201d, relata.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Acostumada a trabalhar sob intensa carga emocional, a m\u00e9dica garante que est\u00e1 preparada: \u201cEstamos num hospital refer\u00eancia e sempre preparados para atuar, at\u00e9 no caso de um surto de ebola\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Lucin\u00e9ia diz que, coincidentemente, 95% da equipe envolvida no trabalho de Brumadinho foi composta por mulheres e que a maioria foi recrutada via rede social, atrav\u00e9s de grupos da sa\u00fade. \u201cO rompimento ocorreu no in\u00edcio da tarde do dia 25 de janeiro. Na manh\u00e3 seguinte, dia 26, o grupo estava completo. Essa \u00e9 nossa fun\u00e7\u00e3o: responder rapidamente em casos de epidemias, acidentes de grandes propor\u00e7\u00f5es e estar sempre preparados para atuar\u201d, garante.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Marcela Oliveira do Carmo \u2013 Analista T\u00e9cnica da Cedec<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Agilidade, conhecimento e capacidade de an\u00e1lise em meio \u00e0 crise. Estas s\u00e3o caracter\u00edsticas que um profissional da Coordenadoria Estadual de\u00a0Defesa Civil (Cedec-MG) precisa ter para atuar em situa\u00e7\u00f5es como a trag\u00e9dia de Brumadinho. E Marcela de Oliveira do Carmo, analista t\u00e9cnica de processos para casos de calamidade p\u00fablica, tem essas caracter\u00edsticas de sobra. Ela \u00e9 a respons\u00e1vel por colher documentos junto ao munic\u00edpio, Estado, diversos \u00f3rg\u00e3os e elaborar um processo que justifique a decreta\u00e7\u00e3o do estado de calamidade p\u00fablica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O trabalho, segundo ela, tem que ser feito com\u00a0muito cuidado pois, al\u00e9m de ser obrigat\u00f3rio, \u00e9 ele que vai definir se o governo federal vai liberar verbas emergenciais. Essa documenta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 usada para justificar o uso das For\u00e7as Nacionais em caso de trag\u00e9dia ou calamidade p\u00fablica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Marcela do Carmo explica que toda a documenta\u00e7\u00e3o \u00e9 enviada para a Defesa Civil Nacional. L\u00e1 os documentos passam por avalia\u00e7\u00e3o criteriosa e s\u00e3o, ou n\u00e3o, aprovados. Ela conta que, no caso de Brumadinho, o pedido de decreta\u00e7\u00e3o do estado de calamidade p\u00fablica, feito pelo governador Romeu Zema, teve aprova\u00e7\u00e3o \u00e1gil\u00a0e un\u00e2nime.<a href='https:\/\/www.east-inflatables.co.nz\/e101043-small-bouncy-castle.html' style=\"color: white; text-decoration: none;\">small bouncy castle<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Servidoras estaduais, de \u00e1reas diversas, representam as centenas de mulheres que ajudaram v\u00edtimas e familiares Durante a Confer\u00eancia Internacional de Mulheres Trabalhadoras, realizada na Dinamarca em 1910, a jornalista, professora e pol\u00edtica alem\u00e3, Clara Zetkin, prop\u00f4s que todas as mulheres do mundo se unissem, em uma mesma data, para dar voz \u00e0s suas lutas e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3,221],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7957"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7957"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7957\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15570,"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7957\/revisions\/15570"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7957"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7957"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.folhadocomercio.net.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7957"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}